quinta-feira, 9 de junho de 2016

As Terras de Atlas - Bernardo Lynch


Livro sobre Atlântida serve de inspiração para criar mundos de RPG
Literatura fantástica, “As Terras de Atlas” traz detalhes vívidos para quem gosta de jogos de interpretação

Falésias vermelhas, florestas criadas através de engenharia genética e edifícios piramidais transparentes: o mundo de “As Terras de Atlas” pode render um belo cenário para jogos de imaginação e interpretação de papeis, como RPG de mesa (ou role-playing game, em inglês). O livro, lançado no dia 4 de junho, traz elementos diversos que são inspirados em mais de 10 anos de pesquisa sobre o tema por parte do autor.

De geografia à tecnologia, o universo de fantasia possui detalhes para todas as áreas. Assim como Tolkien e George R.R. Martin, Bernardo Lynch de Gregorio criou, por exemplo, três línguas fictícias para “As Terras de Atlas”. Mas a linguagem não é apenas a verbal como conhecemos hoje, os atlantes também se comunicavam por telepatia e fala imagética, na qual transmitiam mentalmente e diretamente imagens amplificadas pelos cristais de quartzo, sem qualquer forma material ou física de comunicação e nem palavras.

Quanto à geografia, Atlântida ficava no meio do Oceano Atlântico e tinha de deserto até falésias vermelhas, além da fauna e flora peculiar. Na Floresta do Sono da Morte, que cercava Posêida, havia criaturas e plantas tecnologicamente inventadas pelos sacerdotes, muitas com o objetivo de manter os moradores dentro da cidade, como as serpentes – que eram vistas como dragões rastejantes.

Em Posêida, por sua vez, um dos grandes destaques era a arquitetura. As torres e as pirâmides marcavam locais importantes dedicados a atividades sagradas e nobres, como templos e palácios. Além disso, os edifícios desafiam nossa imaginação: eram transparentes, atravessados pela luz do Sol. Alguns flutuavam acima de áreas verdes, sustentados por hastes estreitas e pela força dos cristais de quartzo. As construções eram entrelaçadas por pontes e túneis, formando uma rede intrincada de formas arquitetônicas arredondas.

Ainda havia outras tecnologias avançadas, como veículos aéreos flutuantes, teletransporte e transmissão de mensagens à distância. Para tudo isso, os atlantes de “As Terras de Atlas” utilizavam os cristais de quartzo, nos quais criavam marcas em sua estrutura interna para diferenciá-los dos normais. Gravavam a memória dos atlantes neles e usavam-nos para acessar seu inconsciente. Além disso, os cristais serviam como potência energética, mobilizando e direcionando a energia vital seja para a comunicação imagética ou para a engenharia atlante.


Para buscar inspiração para sua próxima aventura de RPG, mergulhe no livro “As Terras de Atlas”, disponível com preço promocional no site http://www.editorabarauna.com.br/as-terras-de-atlas-1188.html. Também fique de olho na página www.facebook.com/terrasdeatlas.

2 Blá blá blá!:

Odin disse...

Muito bom!

Dragões do Sol Negro disse...

Em breve sortearemos um livro na nossa Stream twitch.tv/dragoesdosolnegro

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