terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Batalha Arcana 13: Luto por um amigo!


Bom dia meus amigos!


Sinto que não trago boas notícas hoje. Se pudessem não beber até cair hoje eu agradeceria. As informações que me chegaram não são as mais felizes. Temo que terei que contar todaa história para que vocês compreendam.

Depois de correrem do grande verme-mãe, os nossos heróis decidiram tomar o caminho pelo qual não havia rastros dos vermes. Sabiam que os vermes evitaram aquele caminho por algum motivo, mas foram. Pouco tempo de caminhada depois, encontraram um forte porta de madeira com um símbolo que já conheciam: o de uma guilda de assassinos comandados por uma criatura conhecida por Beholder.

Juntos, Ragnak e Joseph arrombaram a porta. Do lado de dentro, algo diferente do que eles já tinham visto. A sala parecia dividida em nove quadrantes, sendo 3x3. No quadrante do meio havia um poço, semelhante a um poço comum de água. Não demorou para que o monge descobrisse, do pior jeito possível, que os quadrantes verticais e horizontais eram armadilhas. Os pisos abriam sob os pés, causando uma queda de alguns metros. Em alguns quadrantes era possível encontrar corpos de outros aventureiros.

Na tentativa de investigar o poço eles descobriram que além de não conseguirem enxergar o fundo, pequenos objetos jogados dentro dele voltava para o alto. Pequenos pedaços de madeira, algumas cabeças de inimigos derrtados que Ragnak traz consigo foram jogadas dentro do poço para pouco depois serem arremessadas contra o teto da sala. Isso mudou um pouco quando decidiram jogar um corpo inteiro no poço, que fora encontrado no fundo da armadilha de um dos quadrantes.

Além do corpo voltar para o alto, ele voltou em chamas, e alguma iluminação pode ser vista vindo do fundo do poço. Ramza, Jidoari e Ragnak se afastaram. Joseph, em semiconsciência devido aos ferimentos causados pelas quedas nas armadilhas, ficou quieto em um canto. A criatura que eles encontraram talvez eles não tenham visto nem nos piores pesadelos. Era um misto de homem com serpente e fogo. Além disso havia uma bela e inflamada lança em uma das mãos.

Ragnak tentou iniciar o combate, mas sentiu que o inimigo era mais poderoso que imaginava. Apenas um empurrão foi o suficiente para queimar seu corpo. Ramza, vendo a criatura maligna diante de seus olhos, rogou para seu deus que o abençoasse e que o protegesse. Nesse momento todos puderam ver uma aura mágica protegendo o corpo do clérigo.

Pelo que me disseram, quando um deus concede esse poder a alguém, ele mal pode ser ferido em batalhas. Pouco depois comelou a preparar alguma magia para ajudar seu amigo, Ragnak. A magia teria sido muito útil, se o inimigo não tivesse se dirigido até o guerreiro divino. Sem nenhuma dividuldade o ser em chamas entrou dentro da aura de proteção e num só golpe atravessou o torso de Ramza, fazendo uma demonstraçao de sangue, dor e fogo. Jidoari e Ragnak assistiram de perto seu amigo agonizando com a lança atravessada em seu peito enquanto o ser infernal olhava indiferente para tudo aquilo.

Pelo que me disseram, creio que a cena ocorrida lembra muito esse quadro aqui do meu estabelecimento, de uma batalha épica de tempos passados. Confesso que quando soube da morte de Ramza eu fiquei triste. Eu tinha fé que ele conseguiria vingar a morte de seu pai.

Meio desesperados, quase que se entregando para a morte, Jidoari decide tocar o que seria sua "última canção". Para a surpresa de todos, a criatura pára e fica olhando e admirando o bardo. De alguma forma aquela música o atingiu. Bom para Ragnak que, da mesma forma que foi feito com o druida Koccha, pegou a corrente de Jidoari e caminhou até o inimigo. Com um gesto rápido, o bárbaro enlaçou a corrente no pescoço do meio-homem, meio-serpente. Para aumentar o medo e o desespero, a criatura não pereceu e continuou a bater, mesmo com a corrente envolva em seu pescoço. Num gesto desesperado Ragnak aperta firme a corrente, a ponto de sangrar suas mãos, e puxa a corrente na ânsia de decaptar o monstro. Embora não tenha conseguido, a aberração demonstrou claramente a dor que sentia, e num movimento acertivo, conseguiu se desvencilhar das correntes e fugir, entretanto deixou cair a lança que carregava.

A lança era a chave para sairem dali e irem para o próximo aposento. Com Joseph em suas costas, Ragnak foi adiante, seguido por Jidoari. Logo que entraram no outro espaço, já deram de cara com uma pequena carnificina. Muitas corpos ano chão. Muitos com marcas de mordidas e dentadas, outros com sinais de afogamento.

Adiante havia um grande lago com uma pequena ponte de cordas e madeira que levava até o outro lado. O curioso é que nesse lugar não havia teto. No alto havia outro lago, como um espelho. Ma snão era aepnas imagem, reflexo ou ilusão. Depois de vários testes como jogar pedra para cima, encostra  mão no lago do alto, eles perceberam que realmente se tratava de dois lagos. entretanto, eles perceberam que, ao tocar e caminhar um pouco sobre a ponte da lagoa debaixo, alguma coisa começava a se movimentar.

Depois do que houve com Ramza, eles realmente estavam com medo. E com razão. Não estavam dispostos e entrar em combate novamente. Jidoari mediu mentalmente a distância até a outra margem da lagoa e decidiu, junto com Ragnak, a sair correndo o mais rápido que pudessem, para chegar do outro lado, não importando o que fosse os movimentos na água. E assim foi feito.

Pouco depois que começaram a correr, a água voltou a se agitar e começou a tomar a forma de uma grande serpente. Não demorou para dar um bote nos dois dos nossos heróis. Infelizmente o bote fez efeito em Jidoari, paralizando-o. Ragnak, a compaixão pelo amigo, voltou para tomá-lo pelos ombros e continuar sua disparada para o outro lado.
É bem verdade que a serpente ainda os atacou algumas vezes, mas sem sucesso. Ao alcançar o outro lado, eles perceberam que a criatura estava inquieta. talvez eles fossem os primeiros que atravessaram ali com vida.

Antes que pudessem comemorar essa escapada com vida, eles se deram conta que deixaram Joseph, incosnciente do outro lado do lago.

Agora não me perguntem se eles voltaram. Daí para frente eu não sei... ainda!
Assim que souber eu volto a contar. Enquanto isso, vamos beber, mas com moderação dessa vez. Ainda não me acostumei com a idéia do soldade divino, Ramza, estar com seu deus agora. Acho que vou prestar uma homenagem aos dois guerreiros que já deixaram as aventuras deste mundo:




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0 Blá blá blá!:

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