terça-feira, 22 de novembro de 2011

A batalha arcana 11: Salvação


Gente, gente, peguem suas canecas e se aproximem. O garoto voltou do centro do reino agora há pouco com notícias sobre os heróis envenenados.


 De posse do anel que Koccha guardava, agora eles tinham que correr contra o tempo para o veneno não fazer efeito. Jidoari, no auge de seu desespero, chegou a beber o sangue do druida morto para tentar se livrar do veneno. Sem sucesso. Como não tinham escolhas, decidiram voltar até o vilarejo Kobold para tentar ajuda com o líder deles.

  Como ajuda, o kobold arcano, lhes explicou que o anel preso nos artefatos detém poderes muito grandes. Entretanto, os kobolds não precisam do anel por esses poderes, precisam do anel dentro da espécie de pedestal, para que haja segurança entre eles.

- Se vocês conseguirem utilizar o poder que o anel carrega, vocês poderão sair daqui. Se trata do anel dos desejos. Embora dois dos três desejos já tenham sido consumados por outras pessoas, vocês ainda podem usar o último pedido para sair daqui.

 Nesse momento Ragnak parece ter tido alguma idéia e saiu em disparada para algum lugar dentro da masmorra. Alguns o seguiram, outros ficaram com Jidoari, que estava tentando retirar o anel do pedestal. Eu também não estava entendendo essa coisa de pedestal, mas o menino trouxe um modelo de como está sendo falado que é esse tal pedestal com o anel.

Preocupado com o efeito do veneno, Jidoari foi atrás dos outros para manter o grupo juntos. Ele percebera que Blaze e Ragnak já estavam sofrendo alguns efeitos do veneno e que logo poderia ser ele mesmo.

Quando o grupo estava todo junto, meio sem preceber, Jidoari conseguiu libertar o anel. Sem pensar ele tratou de colocá-lo no dedo e pedir:

- Eu desejo que não haja mais veneno em mim, no Blaze e no Ragnak!

Pelo que soube eles não se sentiram diferentes, mas a pedra mágica que havia no anel sumiu no ar, o que me faz pensar que o desejo se realizou. Uma vez livres do veneno de Koccha, todos decidiram voltar até a vila Kobold.

 Chegando lá, alguns dos heróis demonstraram algum interesse em ficar com o anel e descobrirem sozinhos qual é o poder que ele tem quando está no pedestal. Logo Ragnak se manifestou se posicionando de maneira oposta ao comportamento. Perceberam que Ragnak iria interferir se eles quisessem levar o anel. Como não tinham em mente combater com um amigo, optaram por entregar o anel com o pedestal.

Uma vez resolvido o problema com os Kobolds, se dirigiram então para o único lugar que imaginaram que poderia levar à saída: o corredor atrás dos corpos envenenados na sala da cabana de Koccha.

Entrando pelo corredor os aventureiros caminharam bastante em linha reta. Rastros de vermes eram facilmente encontrados. Depois de muito andar, encontraram uma repartição: o corredor se dividia em três.
Como o caminho da direita não demonstrava rastros dos vermes, todos imaginaram que ali poderia ter perigos o suficiente para espantar até os vermes.

No caminho do meio encontraram corpos e pequenos túneis pelas paredes. Não havia nada digno de nota. Eles entenderam então que ali poderia ser o depósito de comida dos vermes e não seria muito interessante ficar ali parado.

Já no caminho da esquerda, eles perceberam que era mais estreito. O rastro no chão, uma espécie de gosma ou baba, que indicava intenso trânsito de vermes não proporcionava tranquilidade em todos.
Ao entrar na sala que ficava ao final do corredor, encontraram um enorme verme com um grande número de ovos, casulos. A grande criatura, que parecia ser uma espécie de rainha dos vermes e ostentava mais que o triplo do tamanho do verme derrotado outrora,  não demonstrou ter notado a presença deles ali e continuou sua tarefa de botar ovos.

Jidoari teve a idéia de jogar uma tocha na criatura para chamar sua atenção. Quando ela percebeu qua havia intrusos deu um berro estridente. Não sou guerreiro, mas acho que se tratava de algum pedido de ajuda ou socorro.

Logo alguns entenderam que não seriam páreos para tal inimigo e saíram em disparada. Jidoari foi o primeiro. Logo Ramza, Ragnak e os demais saíram dali também. Krow que tentou derrotar a criatura sozinho. É verdade que alguns golpes de suas espadas cortaram a pele do verme-mãe, mas ao ver o poderio dos golpes do inimigo ele ponderou e decidiu se unir aos demais e fugir dali.

Até onde sei, eles correram até a cabana de Koccha, onde eles sabem que é seguro. Talvez queiram elaborar um plano melhor para conseguirem sair dali.

O jeito é esparar. Enquanto não temos mais notícias, vamos aproveitar!

0 Blá blá blá!:

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