terça-feira, 8 de novembro de 2011

A batalha arcana 10: A perda de um companheiro


Opa, gente, se aproximem! Aquele aventureiro que mencionei outro dia voltou com novidades. Conforme tinha dito, paguei uma bebida pra ele e ele me contou mais um tanto de coisas sobre aqueles heróis. Vou contar o que ouvi para vocês.



  Depois de encontrarem a parede ilusória, Stor foi o primeiro a atravessar e descobriu que havia uma armagilha mortal do outro lado, comporta por algumas lâminas. Por sorte, teve reflexos suficientes para voltar a tempo para o outro ambiente e se livrar da armadilha. O pequeno Shadow não teve trabalho para encontrar o dispostivo que inutilizava tal mecanismo de morte.

   Armadilha desativada, todos seguiram em frente pelo corredor escuro. Aos poucos puderam observar uma grande luminosidade vindo de um aposento a frente. Ao chegar lá, viram que se tratava de uma grande sala iluminada por um enorme globo de luz. Na sala havia apenas o globo, no alto, um trono muito sinistro, feito de ossos, carne apodrecida e pedra. No trono jazia um corpo de um tipo de rei ou lider.

 Shadow, ao perceber que o morto ostentava alguns anéis, tratou de tentar tirá-lo. Ao tocar nas mãos geladas do morto, duas serpentes saíram debaixo dos braços do torno, buscando as mãos do ladino. Brotor, que estava perto, tentou esmagar as cobras com golpes de maça, mas o que conseguiu foi apenas despartar o morimbundo de seu sono. Agora havia três inimigos. Kics e Brotor trataram de se aproximar e desferir a aior quantidade de golpes que podiam. Calista, Urbannus e Stor preferiram ficar de longe usando arcos e bestas. Para a infelicidade de Brotor, eles não era os maiores especialistas nessas armas e seus tiros acabaram acertando o pequeno anão clérigo, levando-o ao chão inconsciente.

 Pelo que soube o combate não demorou muito. De mais compliado foi a queda de Brotor com as flechas e de Urbannus, graças a uma mordida certeira de uma das cobras. Para a sorte do pequeno guerreiro divino, Kics sabia que ele tinha uma poçõa de cura e usou-a em Brotor para acordá-lo de seu estado de semi-vida. Urbannus não teve a mesma sorte.

  Vasculhando o ambiente, Shadow pode pegar os três anéis que o zumbi carregava consigo. Stor encontrou escondido no torno, um cajado. Logo ele percebeu que havia uma forte ligação do cajado com o globo de luz. Todo o movimento feito com o cajado, era reproduzido pelo globo de luz. O cajado era apontado para a direita e a globo ia para a direita, e assim por diante. À medida que o cajado era manejado, a luz do globo foi ficando menos intensa, sendo possível observar um corpo deitado dentro do globo. Shadow, curioso como sempre e com sua falta de cautela costumeira, tocou o globo para ver do que ele era feito. Para o espanto de todos, o globo envolveu Shadow e libertou o corpo que estava preso. O ladino estava preso e não sabia muito bem como sair dali. Kics, pensando rápido, pegou o corpo recém-liberto e o arremessou no globo. Para sua frustração o corpo bateu no globo e caiu no chão. Sem muitas idéias, o guerreiro com aparência de monge, procurou algo que pudesse ajudar no corpo e encontou mais uma peça, semelhante àsoutras encontradas. Era mais uma peça para um quebra-cabeça que poderia tirá-los dali.

Shadow então teve a brilhante e triste idéia de pedir para seu cachorro tentar entrar na esfera de luz junto com ele. Ao tocar o globo o canino ficou preso, libertando seu dono. Fora uma escolha difícil para Shadow, mas necessária no momento. Sem saber como manejar o cajado, Stor decidiu com o consentimento de todos, quebrá-lo. Dessa forma o globo poderia sumir e libertar o cão. E assim o feiticeiro fez, batento o artefato com força contra a parede. Nesse momento o globo começou a piscar e todos criaram a expectativa que o cachorro de Shadow pudesse ser solto. Shadow percebeu que cometera um erro: ao apagar o globo, o cachorro também sumiu. Tudo sumiu. Era como se nuncahouvesse tido globo de luz ou cachorro naquela sala. O pequeno animal se fora.

  Quando ouvi isso imaginei que o globo devia ter alguma ligação com criaturas vivas, por isso ão prendeu o corpo que já estava lá novamente. E também, pelo que sei das historias que me contam, não acho que ele esteja morto, mas acho bem possível que ele esteja em outro plano.

 Enfim, continuando. Seguindo pelo único corredor que havia, os heróis, um pouco machucados e Urbannus sendo carregado por Kics, começaram a encontrar vestígios de armas, armaduras e moedas pelo corredor. Tudo com sinais de mordida. Brotor chegou a pensar no monstro da ferrugem, mas logo descartou a hipótese ao perceber que nenhum os vestígios trazia traços de ferrugem, típico do monstro.

 Ao encontrarem, depois de um bom tempo de caminhada, outra grande sala, perceberam de onde estavam vindos os objetos metálicos encontrados. Na sala, se depararam com um animal que parecia se banquetear com as armas e armaduras que estavam ao seu redor. Aluém o identificou como sendo um Xorn, uma criatura com três braços e olhos em todas as direções em seu corpo que se alimenta de metais.

O aventureiro que me contou a história não sou be me informar com certeza, mas um dos heróis de aproximaram para tentar contato com a criatura, que parecia não ter visto eles.

Ao se aproximar, a criatura golpeou esse heróis com tanta força que ele caiu inconsciente. Talvez algum de vocês já tenha ouvido esse história e possa complementá-la assim que eu terminar. Enfim, o fato é que ao ser pertubado esse Xorn decidiu atacar todos. Calista e o guerreiro Hadhod optaram por observar de longe. Stor decidiu utiliar seus poderes arcanos e invocou uma flamejante bola de fogo que tentava icendiar a criatura durante todo o combate. Kics, como sempre, partiu logo para o combate corpo a corpo. Urbannus ainda estava incosnciente. Sim, agora eu me lembro, quem levou o golpe do monstro foi Brotor. Coitado, se aproximou na melhor das intenções.

O fato é que todos estavam com medo. A criatura era grande e sua forma era assustadora, uma aberração. Kics sentiu o medo genuíno e pela primeira vez achou que fosse morrer. Graças à esfera de fogo de Stor, que queimou o monstro, independente de onde ele estava, kics conseguiu atingir mortalmente o criatura que caiu morta no chão.

Todos cansados e machucados decidiram parar por ali durante algum tempo para se recuperarem. Ao vasculhar o que havia nos entulhos e corpos jogados na sala, encontraram mais uma peça, do famigerado quebra-cabeça e uma estranha marca no braço do corpo que portava o objeto. As marcas, semelhantes à cicatrizes, diziam:

 - Posso ser seu norte. Posso ser sua morte

 Assim como o aventureiro que me contou isso, não tenho muita idéia do que pode ser, mas desconfio que não terá mais peças a serem encontradas. Vejam, pensem comigo: os aliados encontrados embaixo das estáuas tinham consigo uma peça. Além deles, havia mais três espaços sem ninguém. Ou seja, possívelmente o que deveria ser feito utilizaria seis corpos e seis pedaços desses objetos.

Bem, o jeito é esperar para descobrir o que eles farão!

0 Blá blá blá!:

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