quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Escola de Heróis 20 - O tesouro de Sirion


    Saudações meu rei! Trago informações daqueles alunos prodígios de Tarshan que foram atrás do tesouro escondido que dizem ter sido enterrado com o Mago Sirion.


    Até da última vez que tive notícias deles, eles encontraram alguns artefatos, como uma bola de cristal, um cajado mágico e um cubo com a imagem de um tiefling.

   Kéros, o mago que portava os itens, decidiu obedecer a voz que lhe disse para deixar os amigos irem sozinhos para a escuridão. Não querendo prejudicá-los mais do que talvez prejudicasse, conjurou uma serpente para que essa possa ir guiando seus amigos no escuro.

   Todos se sentiram cegos ao entrar na escuridão. Não podiam ver um palmo diante dos olhos, mas para a supresa do amgo, quando todos entraram, a névoa obscura que cobria o lugar ia se dissipando e ele pode assim ver o caminho que continuava. Usando sua voz, ele guiou seus amigos até o próximo aposento.

   Na outra sala, encontraram seis corpos acorrentados em diversas paredes. Pelo que eles puderam observar, os corpos estavam ali há muito tempo, provavelmente desde a morte de Sirion. O curioso é que todos tinham um grande orifício na parte abdominal, como se uma criatura tivesse saído de dentro deles. Dessa sala eles tinham acesso a dois outros ambientes. Então eles se dividiram em duas equipes.

  Uma delas encontrou uma grande estátua de prata, de uns 3 mestros de altura, coberta de jóias e pedras preciosas. Seria uma estatua muito interessante se não fosse uma estátua de adoração à Ne-rull. Caso vossa majestade não conheça, Ne-rull é um deus conhecido pela morte, cueldade e carnificina. Embora todos soubesse que Sirion fosse um mago maligno, ninguém imaginaria que ele cultuava Ne-rull.

    A outra equipe encontrou uma espécie de sala de ritual. Provavelmente onde aqueles seis corpos passaram seus últimos momentos de vida. Nessa sala do ritual havia mais uma porta, mas dessa vez uma porta bela, ornamentada e reforçada. Não demorou para que o ladino desistisse de abrir a fechadura essa porta. Seria necessário uma chave própria.
  
    Vasculhando pela sala, Kira encontrou um grande ralo, por onde parecia escoar o todo o sangue das vítimas dos rituais. O cheiro exalava forte de dentro da vala. Ao destanpar o grande ralo eles puderam sentir com mais precisão o cheiro de sangue e carne podre... o cheiro de morte, meu rei!

    Aos poucos um a um foi pulando dentro da vala para ver onde ir parar, já que o depósito de corpos acabava sendo também um tipo de túnel. Pelo que soube, meu senhor, muitos dos heróis tiveram que andar mais devagar nesse trecho devido ao intenso mal estar e vômitos. Muitos corpos mutilados pavimentavam o túnel.

   Do outro lado, quando conseguiram sair, encontraram quatro pequenas estátuas - duas em cada parede lateral - e uma pela estátua no fundo. As estátuas das laterais tinham um pedestal que sustentava a imagem de uma criatura aparentemente maléfica: corpo humano, asas de morcego e garras de águia.

    Temerosos, alguns investigaram as estátuas, mas não encontraram nada; desde dispositivos para armadilhas até algo útil. Kéros foi até a estátua do fundo e percebeu que ela tinha em uma das mãos uma chave diferente do normal. Com algum jeitinho ele conseguiu tirar a chave da mão da estátua que a prendia.

      Creio, meu rei, que no fundo eles esperavam por algum problema, pois de alguma forma esses novos ambientes estavam muito tranquilos. E aconteceu o esperado. Ao pegar a chave para si, Kéros possibilitou o despertar das criaturas que outrora eram estátuas.

Quatro criaturas começaram a voar dentro do recinto e os heróis se defendiam e atacavam como podiam. Uma das criaturas ainda se tornou invisível para complicar aina mais o combate.

     Asas batendo por todos os lados e sons incompreensíveis eram berrados pelos seres alados.
Kira e Kéros talvez sejam os que mais sofreram nas mãos desses pequenos demônios. Seus golpes, embora não muito fortes injetavam um veneno no corpo dos heróis que logo eles começavam a dar demonstração de inabilidade em algumas coisas.

   Utilizando algums velhas estratégias de guerra, os alunos de Tarshan foram concentrando suas energias e eliminando um a um de seus inimigos.

   Quando restava apenas dois dos inimigos, creio que os heróis se inspiraram; devem er visto a possibilidade de derrota ir embora e com golpes mais precisos e mais poderosos que os costumeiros colocaram os quatro inimigos no chão.

  Enquanto a batalha acontecia, Mizi, o ladino que encontraram na entrada, deu um jeito de entrar e trancar a porta para ele ter acesso a todo tesouro sozinho primeiro. Mesmo tendo feito um acordo com todos que ele seria o primeiro a escolher os itens entre os tesouros, Mizi quis mais; e sua ganância cobrou seu preço.

  Trancado na sala do lado de dentro, e com os outros oferecendo jóias preciosas que eles tiraram da estátua de Ne-rull para ele sair, Mizi acabou cedendo à entrada de todos na parte que guardava a turma de Sirion. De alguma forma ele sabia que teria que dividir em partes iguais o tesouro.

   Para que não dividisse nada do que pegou, ele tentou sair correndo. Tentativa frustrada. Kira logo tratou de prendê-los entre os braços para que pudese se justificar. Mesmo tendo essa ação egoista, o grupo achou melhor deixá-lo ir.. Mizi não parecia ser do tipo "cara perigoso".

  Atravessando a grande porta, puderam ver, com alguma distância, o túmulo de Sirion. Junto do túmulo havia duas estátuas semelhantes às primeiras que vocês viram e no fundo,  obrilho dourado reluzia: era ouro... e muito!
    Novamente Kéros foi verificar. Viu que a tampa do túmulo era muito forte para ele reagir. Kira o auxiliou a abrir. Novamente, duas criaturas voltam à vida. Só que dessa vez todos já estavam bem preparados caso isso acontecesse. O combate foi bem rápido e breve: inimigos mortos no chão e tesouro a ser recolhido.

    Enauqnto todos se esbaldavam nas peças de ouro, Kéros se intensificou a pegar o que o mago Sirion tnha de útil. Para sua sorte, muitos anéis, pegaminhos entre outras coisas foram obtidos.

Agora que estavam com o tesouro em mãos, decidiram voltar par ao reino. Porém, no caminho de volta, encontraram alguns viajantes comentando sobre alguns guerreiros que teriam ido paras as terras do norte em uma missão dada pelo próprio rei. Segundo o que foi ouvido eles foram enviados mas podem estar mortos, já que não se teve muitas notícias desde então.

  Pobre plebe... eles não sabem que o rei tem a mim: o melhor informante que poderia existir. Entretanto, entre eles não podemos cobrar essa lucidez.

  O fato é que Kéros enviou uma carta ao rei, explicando por que não estavam voltando para o rei logo depois de uma busca como essa e avisando que iriam auxiliar o grupo de aventureios que foram para o norte em vossa missão e ainda não regressaram.

Creio que por hoje chega de história. Talvez não demora para chegar a carta de Kéros para você! ssim que ela chegar ela confirmará tudo o que eu disse! Enquanto isso, descanse, meu senhor!

0 Blá blá blá!:

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