terça-feira, 25 de outubro de 2011

A batalha arcana 08 - Possibilidade de saída e novos combatentes


 .... então o paladino tocou a caixa, sentiu uma força maligna que o enfraqueceu. Sobrou para o guerreiro que estava na forma do monge abrir o pequeno baú e encontrar uma chave!


  Opa, olha, olha quem chegou! Bem na hora! Estava contando aquele episódio dos aventureiros que foram atéo a academia arcana para tentar salvar seus amigos. Sente-se, pois dessa parte em diante você não ouviu ainda.

  Com a chave em mãos, decidiram voltar. Foram até a parte onde haviam encontrado as três estátuas gigantes. Kics foi logo investigando o local. Percebeu que em uma das paredes havia um desenho de seis pessoas sendo executadas pregadas cada uma em uma cruz. Como vocês sabem, morte na cruz é sinal de morte por sacrifício a um ritual. Abaixo das imagens, havia um espaço quadrangular, com relevo. Parecia que aquilo fora feito para encaixar algo. Aquilo deixou ele intrigado e ele continuou a investigar a sala. Viu qe em torno das estátuas havia sinal de que elas tinham sido arrastadas, além disso vez ou outra ouvia barulhos abafados vindos debaixo da estátua.

  Kics até gostaria de verificar, mas como seus companheiros, que estavam muito machucados, preferiram seguir por outro caminho. Voltando, passaram por estilhaços do objeto que caiu do teto outrora, provocando imenso mal-cheiro e seguiram em frente.

Depois de caminhar um bocado em linha reta, notaram que na curva do corredor, algo estava diferente: era possível ouvir alguma cois ame movendo e sentir um cheiro familiar, de floresta. Shadow se adiantou para ver do que se tratava. Todo o corredor, depois dessa curva, estava coberto por musgos e bem na frente, quase no fim do alcance dos olhos, ele pode ver alguém se movendo.

  Curioso, ele decidiu ir até lá para ver quem era. Ao comçar a caminhar sobre os musgos ele foi percebendo que estava ficando mais cansado, com sono e fraco. Em pouco tempo ele estava caído no chão, imóvel. Kics, preocupado, decidiu ir resgatá-lo, sabendo do risco que corria. Ao subir nos musgos também a reação foi quase a mesma. A sensação de cansaço e fraqueza começou  atingir o guerreiro, entretando sua resistência o fez chegar até o ladino e trazê-lo de volta. Ao tirar o ladono dali, não demorou para que ele acordasse. Para o alívio de seus amigos ele estava apenas dormindo.

Certos que não prosseguiriam por ali, voltaram até a sala inicial, por onde entraram no portal com um esqueleto de cobra, para seguir a exploração do ambiente em outra direção. Em uma das passagens, estava escrito com algo carbonizado: "Por aqui, morte certa". Isso foi o suficiente para afugentá-los.

Decidiram então, ir pela outra passagem, que apresentava alguma pedras soltas. Stor foi o primeiro, e ao passar por baixo do portal, uma pedra caiu em sua cabeça. Havia algum tipo de armadilha ali. Mesmo após o "golpe" da pedra, o feiticeiro estava do outro lado do portal. O próximo foi o ladino. Descuidado, ele achou que a armadilha já tinha acabado e passou tranquilamente. Para seu azar a pedra que caiu dessa vez era maior que ele próprio. Ao cair, deixou-o incosnciente e preso embaixo da rocha. Kics mais uma vez, prontamente, decide ajudá-lo. é bem verdade que essa ajuda foi duvidosa, pois o guerreiro arrastou a pedra com Shadow por baixo. O atrito da pedra com o ladino deve ter machucado alinda mais o pobre coitado.

Dessa vez não poderia cair mais rochas. O portal tinha um aspecto mais seguro agora. Seguindo adiante, uma pequena sala a esquerda mostrava algumas estátuas semelhantes àquelas gigantes - a diferença e que essas são de um tamanho médio, pouco maior que um ser humano. Duas dessas estátuas estavam derrubadas no chão. Kics sem saber muito bem o que fazer derrubou a terceira. Sob a estátua, ele viu um desenho, feito rusticamente, da primeira sala de estátuas que eles estiveram. O desenho retrataca a imagem dos sacrifícios e algo no espaço em forma de quadrado, mas não era possível identificar o que era.

 Embora estivem intrigados com essas informações, decidiram seguir em frente. Tomaram o corredor e seguiram em frente. Suas pupilas tntavam dilatar ainda mais, para captar o pouco que luz que a tocha ainda emanava. De longe, viram uma criatura mexendo em algo no chão; mas ao perceber a presença de todos, a pequena criatura saiu em disparada, deixando o que ela estava mexendo para trás.

 Não foram correndo, mas caminharam em direção ao ser fugitivo. No caminho, descobriram o que era o objeto que estava sendo manipulado: umamoeda de ouro. Urbannus, deixando à mostra sua gana por ouro, tomou a frente de todos quando percebeu o que era o objeto.

 Claro! Do que estão rindo? Por que paladino não pode gostar de ouro? Nem venha com esse papo de desapego material. Mas enfim, deve ter sido algum tipo de castigo mesmo, pois a moeda estava encantada. Era uma armadilha. Assim que o paladino tirou ela do chão, uma explosão pode ser observada. O fogo tampou a passagem do corredor por alguns instantes. Depois, a constatação: amão de Urbannus nunca mais seria a mesma.

Disposto a encontrar quem fez a armadilha, eles seguiram em frente. Em pouco tempo encontraram um pequeno kobold, agachado e mexendo em alguma coisa no chão.

Kics o abordou, e antes que o kobold pudesse dizer alguma coisa, Stor disparou um tiro com uma besta. Para a surpresa de todos, o kobold segurou o virote no ar.

 - Tolos! Pelo que vejo alguém caiu na armadilha que eu coloquei. Hahaha... não achei que encontraria criaturas tão despreparadas por aqui. Nem deu tempo que montar o resto da armadilha! - disse o kobold

 - Quem é você? Pode nos ajudar? - indagou Kics

- Não falo com mortos. Vocês não duraram muito tempo aqui! E sobre a ajuda, vocês realmente precisam, mas não será eu que vai ajudá-los, tenho mais coisas a fazer do que adiar a morte de seres inferiores. - respondeu com um tom arrogante o kobold

Kics, ao ouvir isso, não pestanejou e partiu para o ataque. Com um golpe poderoso com sua maça o guerreiro atingiu o peito do pequeno kobold, que caiu no chão agonizando, banhado em sangue e disse:

- Espere, não me mate. Acho que posso ajudá-los. Vocês querem sair daqui não é? Eu posso ajudá-los a encontrar um artefato que guiará vocês até onde vocês quiserem.

 Kics então baixou sua arma, embora Stor e os outros o vissem como o monge Joseph, e passou a ouví-lo. O moribundo disse de um artefato que pode guiar, para onde você deseja ir. Que algumas criaturas estavam atrás da criação desse artefato e para criá-lo precisaria de sacrificar 6 vidas e a sala do ritual era onde tinha as três estátuas gigantes. Disse ainda que embaixo das estátuas havia espaço onde normalmente era colocada asvítimas ou futuras vítimas do sacrifício.

 Depois dessas informações, voltaram todos até a sala referida. Sabendo do que se tratava, Kics não teve dificuldades em arrastar as estátuas. Embaixo de duas estátuas, encontraram dois anões, sendo um guerreiro e outro parecia ser um clérigo, mesmo sendo bem estranho. A outra pessoa encontrada era uma clériga humana. Urbannus sentiu muito forte a presença do mal em sua aura, mas como estava se acostumando a estar cercado por seres assim, não fez alarde. Como eles não se lembravam como foram parar ali, não puderam ajudar muito. O que havia de pistas, eram objetos, ou seus pedaços - pelo que ouvi, tinha um pedaço ao lado de cada aventureiro que estava por baixo da estátua e outro pedaço sem nenhum vínculo com ninguém. Pelo relevo na parte detrás dessas partes de algo, parece servir para prender ao quadrado da parede, onde tem as imagens dos sacrifícios.

Perdidos, sem ter o que fazer, começaram a perceber aos poucos que as peças tinham algum magnetismo. A parede do fundo da sala parecia atrair os pedaços encontrados sob as estátuas. Ao ficar de frente para a parede onde as peças "levavam" perceberam que nao havia caminho, alavancas nem nada. Mas algo estava diferente. Era possível ver diferenças de poeira e sinais de envelhecimento entre parte da parede com o restante. Não souberam me informar quem foi o primeiro que descobriu, mas o fato é que colocaram a mão na parede e forçaram, empurramdo-a. O resultado foi a descoberta de uma passagem protegida por uma parede ilusória.

Quem, como ou quando passou alguém eu não sei. Mas assim que algum viajante passar por aqui, que tenha alguma novidade, tratarei de servir uma bebida por conta da casa para que ele nos atualize dos acontecimentos.

Mas enquanto esse aventureiro não vem, vamos nos divertir nós mesmos!

0 Blá blá blá!:

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