terça-feira, 4 de outubro de 2011

A Batalha Arcana 05 - Combates, revelações e morte!

 Opa, que bom que está chegando mais gente! Vou continuar a história sobre aqueles aventureiros. Só que dessa vez aqueles que foram envenenados e tem poucos dias de vida até que seus amigos os possam salvar.


   Quem em contou esses acontecimentos conhece bem o local, o que é raro! Parece-me que eles foram enviados para algum lugar de Undermontain: uma cidade-prisão subterrânea.

  Assim que chegaram lá, perceberam que estavam sem suas armas e demais objetos. Puderam observar uma grande sala, bem extensa e com uns 20 metro de altura até o teto.

- Que tipo de criatura vive aqui? alguns pensaram.

 Ainda receosos em relação onde estavam eles apenas observaram o local, Perceberam que havia três esferas mágicas, sobre círculos mágicos desenhados no chão. Em cada esfera pareceia ter alguém desacordado. Além disso, estátuas de criaturas humanóides usando armas e armaduras, pareciam proteger as esferas.

Nikke, Ragnak e Blaze foram até a esfera mais próxima. Nikke, ao ver armas tão poderosas perto de si não exitou e tentou pegar a espada que a estátua segurava. Ao tocar a espada, as três estátuas que guarneciam aquela esfera criaram vida e atacaram os heróis. Assim que perceberam o combate, os demais se aproximaram. Estava difícil competir com armas quando se luta com os punhos.

Ramza ao se aproximar do combate orou aos céus, para que seu deus Bocoob o abençoasse mais uma vez, entretanto naquele local seu deus parecia não o ouvir. Os poderes divinos do clérigo não estavam funcionando, e ele então partiu para o ataque junto com os outros. Como eram apenas três estátuas, não tardou paa que elas caíssem derrotadas. Assim que tocavam no chão, inanimadas, elas se tornaram fumaça, evaporando como água.

Como o caminho livre, perceberam que um elfo estava dentro da esfera. Ao tocá-lo ele acordou e a esfera se desfez. Seguindo essa regra, outro dos aventureiros - o bardo que passou por aqui não soube me falar quem era - foi até a esfera do outro lado e sem tocar nas armaduras, retirou outro elfo que estava preso na esfera.

Agora restava apenas uma esfera, e por alguma razão era a que estva melhor protegida pelas estátuas. Talvez por que a figura que estava presa, uma elfa, ostentasse um robe muito bem feito, com algumas inscrições, além de portar um cajado muito diferente daquilo que os heróis já viram.

Gust, com o intuito de salvá-la, toca em seu ombro, na tentativa de acordá-la - e é bem sucedido. A elfa abre os olhos e estende o cajado para o bárbaro. Nesse instante ela some no ar, junto com a esfera e as estátuas se voltam contra o portador do cajado. Um combate sangrento estava para se iniciar.

Gust e Blaze partiram para o ataque na certeza que seus amigos estavam chegando dispostos a derrotar todo inimigo presente. Todavia, os planos eram outros. Ramza ficou observando de longe e Ragnak começou a caminhar rente a parede, até dar a volta na sala e sair pelo outro lado.

Sim meu povo, Ragnak, o bárbaro que coleciona cabeças. Pelo jeito ele não gosta de cabeças de armaduras. Sinceramente fiquei sem saber se foi medo ou instinto de sobrevivência. Mas voltando!

Por estarem em desvatagem, Gust achou melhor recuar. Blaze continuou e logo conseguiu aliados. Alguns de seus amigos decidiram lutar ao seu lado. Gust, como não sabia do que se tratava o cajado, correu até Ramza para que ele pudesse ajudá-lo. Ramza percebeu que se tratava do poderoso cajado do trovão. Como o bárbaro não sabe mexer com coisas mágicas, acabou deixando com Ramza de presente.

Aos poucos as estátuas foram caindo. Muitas perderam suas armas em combate. Talvez a falta de habilidade em manuzear a arma fazia com que ela não durasse muito. Mesmo sem armas, algumas estátuas perceberam que Ragnak estava tentando fugir e foram atrás dele. Ao perceber que estava sendo seguido o meio-orc fez o seu melhor para não ser pego, entrou em um corredor e seguiu por ele durante um bom tempo. Parecia que não tinha fim.

Enquanto isso, os outros iam caindo um a um: Nikke, Blaze e os outros não estavam resistindo à onda de ataques das armaduras mágicas. Gust sentiu-se na obrigação de derrotar as armaduras, afinal, ele não poderia ficar sem seus companheiros. E dessa forma partiu furiosamente para o combate.

O bárbaro lutou bravamente com seus punhos. Chego a dizer que as armaduras das estátuas estavam ate amassando com os golpes desferidos pelos punhos de Gust. Ramza, do lado oposto ao Ragnak, tentava investigar e buscar alguma solução. Em uma pequena sala, encontrou um corpo envenenado. Não havia sinais de luta ou sangue. O Clérigo conseguiu notar apenas ao escrito na parece, num dialeto antigo. A tradução exata ele não conseguiu, as os dizeres eram algo como:

- Você deseja a saída? Eis a sua saída!

Percebendo que estava desarmado e o risco de estar ali, Ramza tratou de achar uma pedra pontiaguda e que pudesse cortar. Assim que a encontrou, tratou de tirar um dos braços do defunto que jazia ali no ambiente. É, eu também achei estranho... quando ouvi achei que ele ia usar a pedra de arma, mas enfim, não sabemos que estavam passando lá. Caminhando até outra sala, devagar pelo medo de encontrar alguma criatura, Ramza percebe inscrições nas paredes do corredor. Eram inscrições em muitos idiomas, com muitos dizeres.

- Somente os fortes sobrevivem!
- Somente os rápidos sobrevivem!
- Somente os humildes sobrevivem!
- Somente os respeitosos sobrevivem!
- Somente os honrados sobrevivem!

Estes foram apenas alguns os dizeres que o clérigo pode observar antes de encontrar outro corpo - semelhante ao primeiro. Envenenado!

Ao mesmo tempo que Ramza encontrou o segundo corpo, Gust estava cercado pelas armaduras. Suas destreza e agilidade o fazia se livrar dos golpes, porém, essa tarefa se complicou quando não teve muito para onde se mexer: havia inimigo por todos os lados.

Primeiro ele desviou da flecha, em seguida tirou o rosto da direção do golpe de espada que viera, depois suas costas se contraíra para não ser atingido por um golpe de lança; entretanto, ele não pode evitar o golpe de machado! Ao se desviar da lança, Gust se projetou para o inimigo que estava na sua frente, que impiedosamente enterrou a lâmina do machado em sua testa, quase que partindo sua cabeça em duas metades. O ferimento foi letal e Gust caiu morto no chão.

Ao perceberem que não havia mais combatente de pé, as estátuas tomaram seus lugares novamente e voltaram a ser inanimadas.

Nossa.... dá até para ficar tenso não é mesmo? Fico aqui pensando se Ramza e Ragnak seguirão caminhos distintos. Se os outros conseguirão se levantar depois desse combate? Se vão sobrevive e livrar-se do veneno?

Acho que teremos que esperar!

0 Blá blá blá!:

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