quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Escola de Heróis 18 - O teste do Soldo



Saudações meu rei! Imagino que não tomarei muito seu tempo hoje. Venho apenas informar que Ladika, o responsável por Tarshan, a escola de heróis, tem se mostrado animado e otimista em relação alguns alunos.


  Depois daquele teste com o ranger e o guerreiro na sala de ilusões, mais outros alunos foram enviados para mais um teste. Dessa fez o antigo teste do soldo que ele sempre usa para verificar a capacidade de alguns alunos que se destacam. Foram escolhidos alguns alunos, entre eles havia alguns ladinos e clérigos, uma feiticeira e um bardo.

  Kira, o guerreiro que fora testado anteriormente, ficou responsável por cuidar do caldeirão com as moedas refenrete ao imposto que Tarshan costuma pagar para vós. Depois de um dia de caminhada, todos pararam para descansar. Para ter alguma segurança no acampamento, duplas se revesavam na vigília. Não demorou para Réus e o novo bardo escutarem algum barulho. eles acordaram todos para deixá-los em alerta.

  Alguns se juntaram aos dois e outros preferiram esperar dentro das cabanas. O que eles não esperavam é que dentro da cabana com o outro, uma nuvem espessa estava se formando e em pouco tempo quem estava lá dentro não podia ver mais nada. Quando a nuvem se dissipou o soldo não estava mais lá e um corte ornamentada o tecido da cabana.

  Desesperados com a grande vergonha que estavam sendo para Tarshan, todos sabiam que aquele ouro precisava ser recuperado. Réus se pôs a rastrear as pegadas dos ladrões. Todos iam ao seu encalço esperando encontrá-los. O que Réu encontrou na verdade foi o desaparecimento "do nada" de todas as pegadas.

  Sim meu rei, quando os alunos percebem esse sumiço todos fazem a mesma expressão de não entendimento. Mas dessa vez eles pensaram rápido e trataram de usar as árvores que estavam densamente presentes no local para conseguir respostas. Logo se viu que havia um pequeno vilarejo sobre as árvores.


Ágeis, alguns dos alunso de Tarshan subiram até as passarelas no alto das árvores, enquanto os outrso esperavam do lado debaixo. Pelo que soube, meu senhor, a confusão começou quando Réus viu um jovem perto dele e sem pestanejar o aluno disparou uma flecha. Sim, meu rei, o medo pode ser desastroso. Imagino que ele estava nervoso com toda a situação do roubo, o fato é que com a flecha disparada um combate tenso se iniciou.

Os heróis que estavam do lado de cima combateram como puderam a chuva de flechas que estava sendo disparada, enquanto o pessoal que estava em solo começava a perceber que alguns inimgos estavam descendo das árvores em busca de combate. O curioso é que um dos clérigo saiu correndo. Seria medo? Ou fora buscar ajuda? Nunca saberemos ao certo. O que sei com certeza é que Kira, Réus e outro aluno que não me recordo o nome, derramaram sangue dos habitantes dali.

  Quando a carnificina estava começando a se instaurar eis que um grande homem vem caminhando de uma casa mais afastada, no alto das árvores.

 - O que está acontecendo? Quem ousa invadir nossa vila? - disse o homem


  Como o esperado uma negociação foi inciada. Os alunos expuseram seus argumentos e o homem, em contra-partida, permitiu que procurassem pelas casas para ver se encontavam o caldeirão com o ouro. Rapidamente o caldeirão foi encontrado - ou pelo menos um bem parecido. O caldeirão encontrado estava sendo usado para fazer uma sopa. Havia água fervente e legumes dentro. Kira ainda provou a sopa, para ter certeza que não havia ouro no fundo do caldeirão.

  Réus, impaciente, pegou esse homem como refém, apontando a arma em seu pescoço e passou a exigir o ouro que fora roubado. Algumas mulheres se manifestaram e assumiram que foi seu povo que havia roubado o ouro.

 Depois que Réus soltou o refém, ele disse para todos:

 - Vocês levam o ouro para o rei, mas ele já tem o bastante. Nós precisamos desse dinheiro para sobreviver. Não matamso ninguém e nem desejamos luxo. Desejamos apenas viver. Nunca conseguimos falar com esse rei que vocês são fiéis, mas o reino e as pessoas que lá moram nos forçaram a sair de lá e viver aqui, como animais enxotados.

  Sensibilizados com a causa deles, os aspirantes a heróis tiveram uma idéia. Eles entregariam o soldo para o responsável do rei, mas antes, ensinariam e tramariam uma boa estratégia para que os habitantes das casas na árvore, pudessem roubar o dinheiro. Dessa forma Tarshan teria pago seus impostos e o povo das árvores não passaria fome.

  Depois de tudo combinar, no dia D, após a entrega do ouro, ninguém se manifestou. No local combinado para se reunirem não havia ninguém. Um pouco frustrados com a falaha do plano, decidiram passar pelo vilarejo sobre as árvores - já que era caminho de volta para Tarshan. Para a surpresa de todos, ninguém encontrou nada. Era como se nunca tivesse existido o vilarejo.

 Confusos eles retornaram até a academia. Lá, foram recebidos com um grande sorriso do professor. Eles haviam passado no teste. Tinham provado sua lealdade às ordens de seus professores, provado lealdade ao rei e demonstraram a vontade de ajudar os mais necessitados.

 Não sei não, vossa majestade, mas creio que dessa turma pode sair um grande herói que será lembrado por muitas gerações! Vamos esperar!

0 Blá blá blá!:

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