terça-feira, 6 de setembro de 2011

Background - Réus



Nascido em uma família nobre Réus nunca teve muita atenção dos pais.


Quando completou oito anos seu tio organizou uma rebelião contra o governo de seu pai. Os rebeldes assassinaram seu pai e sua mãe enquanto fugiam para a floresta. Réu escapou e viveu por quase dez anos aprendendo tudo que a natureza podia o ensinar. Relutante em vingar seus pais tudo o que queria era viver sua vida.

Atacado por um monstro quase morreu, foi salvo por Ehlonna, sua deusa, mas esta lhe deu como missão acabar com o reino de seu tio que avançava por entre a floresta. Seguiu então para Tarshan para se tornar bom o suficiente, mas ainda não querendo cumprir sua missão.

Um pouco arrogante e fechado, não se apega a outras pessoas e demora a criar laços com elas, mas ainda assim não hesita em ajudar alguém que realmente precise. Apesar de solitário, seu mais profundo desejo é apenas ter uma família.


Carta:
Vossa Majestade informo-lhe por meio desta carta minha pequena contribuição para a paz em teu reino.

Fui convidado junto a alguns alunos para um teste. Procuravam alunos que se destacaram o que de inicio achei uma péssima piada, já que a primeira vista os outros alunos chamados não pareciam nada alem de crianças barulhentas. Um encantamento tornou uma conhecida sala da escola num vasto campo, após ajudá-los a atravessar um simples córrego segui meu próprio caminho. Encontrei pouco tempo depois uma grande gaiola com um monstro maior ainda em seu interior. Ele pedia ajuda, e sei que muitos pensariam que por ser tão bestial jamais seria bom, mas sei que a natureza gera criaturas formidáveis em diferentes formas. Ganhei como agradecimento um pequeno objeto em forma estranha. Para poupar-lhe de detalhes sórdidos, majestade, digo apenas que conseguimos com muito esforço e batalhas duras reunir vários objetos que formaram uma estrela. Passamos no teste e comecei a adquirir um pouco mais de respeito pelos outros alunos, ainda um pouco tolos, mas bravos lutadores.

Mais alunos foram enviados no nosso segundo teste. Fomos incumbidos de levar o soldo aos responsáveis de vossa majestade. Porém audaciosos bandidos ousaram roubá-lo. O longo caminho e a raiva me deixavam cada vez mais pressionado. Procurei arduamente até encontrar uma pequena cidade no topo das arvores, subi o mais rápido que pude com intenção de ser sorrateiro, mas a dificuldade da escalada deve ter me entregado e um cidadão me viu. Minha fúria de imaginar minha empreitada arruinada por um cidadão tão patético fez meu arco tremer e errei o disparo, mas este erro não se repetiu, após derrotar alguns guardas da cidade capturei seu líder e ele nos devolveu o dinheiro, mas impôs um grande dilema, eles pareciam abandonados e realmente precisavam do dinheiro, jamais o trairíamos vossa majestade, mas a responsabilidade caísse apenas sobre mim, teria deixado ali o dinheiro e arcado com sua ira.

Passamos novamente no teste. Então foi formado um grupo para partir em busca do tesouro de Sirion, eu que buscava por informações sobre uma vingança particular e estava um pouco longe da escola quando ouvi sobre alunos passando por cidadões na estrada sabia que eram eles e fui procurá-los, acabei me envolvendo em muitos problemas, havia muitos corpos que me deixaram um pouco zonzo e me fizeram cair, fui salvo por Kira e os outros, o que me fez considerar deixar de ser tão rude com eles.

Quando uma grande batalha se iniciou e vi que muitos estavam com problemas para enfrentar terríveis monstros que desapareciam usei toda minha habilidade para destruí-los acabando com um deles com apenas um golpe. Recuperamos o tesouro e fomos em busca do outro grupo de alunos de Tarshan que haviam sido expulsos. Dois tolos tentaram pular um grande buraco e eu fui atrás dele, consegui salvar apenas um que ainda estava vivo na forte correnteza. Com todos a salvo voltamos para o reino onde tive a grande honra de encontrá-lo meu rei. Por hora preciso descansar, ainda há um homem que devo matar, sei que estas palavras podem soar rudes, mas é para o bem de seu reino e seu povo, estes pelos quais sempre lutarei.

0 Blá blá blá!:

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