terça-feira, 2 de agosto de 2011

Xeque Mate, Parte4 | Mais peças para um grande quebra-cabeça



Boa tarde, sejam bem vindos ao meu humilde estabelecimento.

  Creio que já sabem das novas... não? Pois lhes contarei! Sobre um grupo de aventureiros que foi atrás do mago fujão da academia arcana, pois esse em uma atitude suicida dora procurar um grupo de magos conjuradores, seus maiores inimigos, isso vocês sabem né?!? Pois bem, o que lhes contarei é a continuação dessa história:


   Os heróis, depois de derrotarem os magos, pegaram o ilusionista Etilaw e o levaram de volta para o reino. Chegando lá, descobrem graças aos poderes arcanos de Kalamick descobriram o motivo pelo qual o mago não conseguia falar. O homem de túnicas brancas, responsável pela escola arcana dissipou a magia que havia ali e todos receberam um choque: o homem que eles resgataram não era o mago Etilaw, o sim o príncipe que também estava desaparecido. O príncipe Ulirash não conseguia falar porque estava amordaçado e além de tudo, sob o efeito de uma magia que o deixou com a aparência do ilusionista.

  O novo rei não pôde dar muitas informações. Segundo ele, num dia qualquer, ele fora golpeado na nuca e quando acordou já estava amordaçado, dentro de um quarto da escola arcana e com  aparência de Etilaw. Além disso, ele "se via", ou via alguém com a imagem que lhe pertencia, caminhando normalmente pelo reino. Preocupado ele procurou os conjuradores para poder ajudá-lo - já que tinha idéia que estava sob uma ilusão.

  Príncipe devolvido, Kalamick os solicitou novamente pois um detalhe na aventura o preocupou: a fuga de um dos magos. Os informantes da escola arcana disseram que aqueles magos estavam lá à procura de um artefato muito poderoso da escola mágica da Conjuração.

  O grande mago da escola pediu-lhes então que saíssem em busca desse artefato para que não corra riscos de que caia nas mãos dos conjuradores - pois só iria potendializar os poderes deles e isso poderia sair do controle de todos .... Assim até o reino estaria correndo perigo. Enquanto que, se o artefato estivesse protegido na escola, nada haveria a temer.

  Sempre prontos a ajudar eles seguiram na direção que a flecha de Blaze apontava. É, Kalamick encantou uma flecha para apontar na direção desse artefato.

   Chegando no local, que não parecia ser muito longe, eles perceberam que se tratava de uma caverna.
Nem opções eles desceram e adentrarm no breu que estava esperando. Tochas acesas em mãos eles seguiram por algum tempo num corredor estreito. Marcas nas paredes foram encontradas, restos de corpos. Parecia que alguns já tinham estado ali, mas não voltaram.

  Depois de caminharem, encontraram uma sala com três portas: uma para cada direção com excessão de onde estavam vindo. Rapidamente o ladino tomou a dianteira e se propôs a abrir a porta. Ao tocar a maçaneta ele lembrou que poderia ser mais prudente. Uma onde de eletricidade percorreu seu corpo. Ele percebeu da pior maneira possível que havia uma armadilha ali. Mas não demorou muito para ele encontrá-la e desarmá-la. Dentro dessa sala, pequena, havia apenas algo escrito bem pequeno na parede do fundo. Blaze, Shadow e um membro da guarda real designado pela rainha para acompanhá-los entrou no recinto. Blaze, curioso para saber o que estava escito, leu pausadamente algo semelhante a : "Invasores não são bem vindos".

Ao pronunciar essas palavras a porta se fechou instantaneamente e água começou a sair de frestas do teto. A sala em pouco tempo estaria inundada. O desespero foi grande. A luta contra a porta foi intensa tanto do lado de dentro quanto do lado de fora da sala.

É verdade.. concordo com você Chants, o ladino poderia ter verificado e desarmado a armadilha, mas não o fez... ou o guarda real foi mais rápido, pois com um chute certeiro e poderoso partiu a imensa porta em 2 grandes pedaços e assim puderam sair dali.

Depois do susto, decidiram entrar na porta ao norte. Não havia armadilhas e ao entrar, perceberam que era bem menor que a primeira. Ali havia apenas um pequeno baú repousando sobre uma mesinha num canto e do outro lado um corpo em decomposição alvejado com flechas.

Shadow, o ladino, foi verificar o que tinha no baú e teve uma infeliz surpresa: havia uma maldição que deixou todos que estavam por ali amendrontados. Do outro lado da sala, Ragnak foi verificar o corpo e descobriu porque ele estava ali. Ao chegar ao seu lado percebeu que uma parte do piso abaixou e várias flechas o atingiram em cheio. Por sorte o bárbaro foi mais resistente que o corpo que jazia ali do lado.

Como última opção eles abriram a porta que estava a oeste. Um grande círculo mágico brilhava ao fundo da sala. Todos perceberam que a sala guardava algum segredo. Ansiosos por ver o que era o círculo, muitoas correram em sua direção, e não se atentaram nas possibilidades de armadilhas. Um grande fosso abriu sob seus pés e quase todos aventureiros caíram por muitos metros de altura. Se não fosse o poder do clérigo Ramza, a queda teria sido fatal.

  Finalmente, ao lado do círculo, puderam observar algumas palavras que estavam na parede. Semelhantes às primeiras, diziam mensagens de invasão, pertubação, e morte. Quando todas as pelavras foram lidas, uma criatura sugiu do círculo.

Era uma criatura com corpo de um homem musculoso e cabeça de cachorro. Quem me contou essa história disse que era um Arconte Guardião: uma criatura celestial que costuma proteger algo ou alguém. Ao aparecer ele gritava incessantemente: Intrusos, saiam daqui! Aqui não é seu lugar! Voltem de onde vieram! Mas ninguém lhe deu ouvidos e o atacaram sem parar.

A criatura dos céus era forte e um exímio combatente. Deixou cicatrizes em muitos corpos dos aventureiros, mas não foi páreo para tantos guerreiros juntos. Assim que ele votou ao seu plano de origem uma bela arca apareceu no cículo mágico. Nikke, que estava mais perto, tratoude abrí-la e ver o que tinha dentro. Um pano macio cobria algo dentro da arca. O meio-orc estava tão ansioso para ver o que tinha dentro que nem se deu conta que havia disparado duas armadilhas: uma ao abrir a arca e outra ao tirar o pano. Os machucados foram mínimos demais para ele perceber.

Para alegria de todos, o artefato era de fato aquele que Kalamick havia pedido. Todos decidiram então retornar ao reino para entregar o cajado para a escola arcana. Antes de sair, Ragnak ativou outra armadilha e se feriu muito. Graças a desatenção de ter conseguido o cajado, ele não perceber que duas foices saíram da parede e o acertaram em cheio. Mesmo com os machucados ele conseguiu voltar para o reino junto com os outros.

Chegando na escola arcana, Kalamick agradeceu veementemente ao valoroso esforço dos aventureiros. E eles cansados, decidiram repousar em uma estalagem que tinha por ali.

É minha gente... o que eles fizeram depois de acordar eu não sei, mas sei que agora deve estar acontecendo muita coisa: artefatos especiais... combates com Arconte.... acho que se esses aventureiros não forem espertos o suficiente eles podem se dar mal.... embora até agora eles tenham demonstrado grande esperteza...

O jeito é esperar para ver!

0 Blá blá blá!:

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