quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Escola de Heróis 13 - Kairós começa a fazer vítimas

 

Saudações, meu rei! Vim o quanto antes para lhe informar sobre os rapazes que vossa majestade enviou para ajudar seu amigo!

  Creio que eu deva começar lhe falando do druida e do guerreiro que caíram da ponte, como havia lhe falado. Arthur, o guerreiro, sem saber muito o que fazer e para onde ir, começou a seguir em frente, sem enxergar bem onde estava indo. Apoiava sua mão pela parede para ver até onde ela o conduzia. Depois de alguns poucos metros, que pareceram para o espadachim uma enorme distância, foi avistado uma pequena ilha, com alguns itens que reluziam a uma pequena iluminação que emanava da água.

 Cuidadosamente, Artur deixou sua armadura junto ao druida inconsciente e se pôs a nadar até a ilha. Não encontrou muita dificuldade, pois naquele ponto o lago não era tão profundo. Ao chegar na ilha, percebeu que se tratava de um grande tesouro. Muitas peças de ouro, armas, e diversos itens estavam amontoados ali.

 Embasbacado com tanta coisa, Arthur não sabia por onde começar a levar os itens para a margem junto de Del. De tudo o que havia ali, um machado anão e um escudo lhe chamaram a atenção pelo brilho incomum que tinham. Decidiu então a levar o escudo primeiro, mas ao se jogar na água, percebeu que o peso do escudo estava dificultando, e muito, suas habilidades de natação. Para não se afogar, acabou soltando o escudo no fundo do lago mesmo.

  Com mais calma, voltou para a ilha e verificou calmamente o que poderia ser aproveitado naquele momento. Encontrou, por sorte ou pela vontade divina, uma poção bem velha de cura. Talvez nem tivesse mais os efeitos, meu rei. Mas ele tinha que tentar salvar seu amigo. Assim que bebeu a poção de cura, Del abre os olhos, mas ainda sente os efeitos do afogamento. Seu amigo guerreiro lhe mostra que aparentemente há uma fonte de luz vinda do fundo do lago, num ponto perto da ilha do tesouro.

  Del, mostrando algum desespero para sair dali e alguma insanidade, sem pestanejar mergulha no ponto indicado para verificar qual é a fonta da luminosidade. Embora estivesse de volta a vida, seu estado físico estava comprometido. Arthur viu, de longe, que Del mergulhou para olhar de perto a luz e não mais retornou. O guerreiro teve que pensar rápido, pois ele também estava muito cansado e poderia não ter forças para ajudar o amigo e acabar se afogando também. Arthur assumiu o risco e foi resgatar o druida.
Mais uma vez, Del saiu das águas nos braços forte do guerreiro que assim que deitou o corpo do druida em terra firme trouxe-o de volta do mundo dos mortos com o sopro da vida!

Sim, meu rei! Da mesma forma que ele salvara seu amigo do primeiro afogmento, ele procedeu novamente, expelindo a água que se acumulou dentro do amigo.

  Com medo do que a caverna e a criatura dormindo podem oferecer ainda, Arthur carregou Del até o ponto próximo de onde eles caíram, e decidiram repousar, na esperança de alguma ajuda aparecer!

  Enquanto isso, o pessoal que estava na parte de cima, acabou encontrando uma passagem secreta na sala onde estavam. Misha encontrou uma segunda opção de saida daquele ambiente e possivelmente fora por ali que o orc tido como lider deve ter fugido. Bowie e Twinsmate tomaram a frente para caso o orc aparecesse. E apareceu. Depois de alguns golpes fortes e imprecisos do clérigo e do bárbaro e alguns golpes certeiros e pontuais de Misha, o inimigo caiu.

Descobriram assim que observaram onde estavam, que ali era a sala onde estavam alguns orcs há algum tempo atrás, disparando flechas pelas olhos das estátuas dos anões. Tiveram certeza quando perceberam dois corpos de orcs junto a alguns buracos perto do chão, e ao olhar o buraco, viram a porta com a estátua de Moradin, por onde entraram no começo.

Não tardou para descobrirem mais passagens que levavam até a parte que antecede a ponte de cordas. Quando descobriram isso, uma lembrança dos amigos que caíram da ponte passou na cabeça de alguns. "Talvez, se tivéssemos descoberto essa passagem antes, não precisaríamos ter atravessandoa ponte" - pensaram

Enquanto Misha abria as passagens secretas que culminaram perto da ponte de cordas, Jobi, Twinsmate e Bowie se dirigiram para a sala que a pequena ladina tinha aberto anteriormente, na qual ainda havia dois orcs.

Por algum motivo desconhecido, Jobi tomou a frente e abriu a sala. Os dois bárbaros, como sabiam dos invasores, prepararam uma emboscada. Logo que a porta foi aberta, golpes de espada atingiram o detentor dos poderes arcanos, que caiu em estado de semi vida. Assim que os outros chegaram, muito sangue orc foi derramado e não demorou para cairem mortos no chão.

Sem muitas opções de lugares e investigar, todos se reunem em frente a porta que está do lado oposto à area que outrora tinha armadilha. A entrada ostentava uma grande porta de pedra, com uma cabeça pendurada por uma corda no meio. Algusn tentaram abrir a pesada porta. Twins, depois de uma tentativa frustrada, respira fundo e empurra com toda a força.

Ao terminar de abrir a porta, dois lobos ferozes atacaram o bárbaro. Um ogro enorme caminha lentamente até o Twins, que tentava se desvencilhar dos ataques dos caninos, e o ataca impiedosamente. O machado do grande ogro atinge o meio-orc de tal maneira que o leva ao chão, ensanguentado.

Thorin, Roger e Misha tomam a frente contra a criatura. Não demora muito até Thorin cair inconsciente. Misha fez o que pode com sua adaga, já que sua espada se partiu no combate. Entretanto, foi o pequeno bardo, Roger Waters, o autor do golpe da morte do ogro.

Creio, meu senhor, que deviso à emoção do combate, Misha e Roger não tiveram noção do inimigo. Acho que esse noção do perigo se deu quando o brutamontes caiu e fez o chão do ambiente tremer.

Ao analisar a sala, o bardo e a ladina encontraram uma prateleira com livro e um esconderijo com alguns pergaminhos mágicos. Além disso, duas arcas foram encontradas. Em uma delas muitas peças de ouro e em outra, armas e poções.

Misha ficou na sala, observando se havia mais alguma coisa. Enquanto o bardo se direcionou para o corredor fechado por escombros. Algo lhe dizia que os escombros estavam impedindo a passagem por algum motivo.

Depois de abrir espaço suficiente para passar, Roger seguiu durante um tempo pelo corredor, até encontrar uma parede coberta por palha. Não demorou a descobrir que a parede na verdade é uma porta de ferro. Sem possibilidades de ir adiante, Waters tentou ouvir e se comunicar com alguma coisa que pudesse estar do outro lado. Como não teve sucesso, procurou um canto mais escondido para poder deitar um pouco e descansar. Ele sabia que depois que estivesse descansado poderia ajudar mais seus amigos que estavam feridos.

Pois bem, vossa majestade. As informações ue recebi foram essas. Parece que não evoluiram muito desde que entraram. Embora tenha sido os orcs tenham castigado vossos enviados, creio que Kairos esteja fazendo mais vítimas. Não pretendo te inportunar mais, meu rei! Tenha um bom descanso!

0 Blá blá blá!:

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