terça-feira, 30 de agosto de 2011

A Batalha Arcana inicio


Olá, sejam bem vindos! Pelo visto a viagem tem sido cansativa, pois parecem abatidos.


Sentem-se! Vou lhes servir uma cerveja e lhes contar sobre um grupo de aventureiros. Talvez vocês até já tenham ouvido falar, dos amigos que se separaram para solucionar mistério do assassinato do rei.

 Sim, isso mesmo. Cada grupo foi para um lado e sem saberem fizeram aliança com clãs inimigos de magia.

Pois bem, até onde fiquei sabendo Kics, aquele guerreiro que possuia o baralho das ilusões, conseguiu convencer os amigos conjuradores que ele não tinha achado nada. Depois de alguns magos se certificarem que não havia mais nada no esconderijo de Etilaw, eles partiram para uma cidade próxima dali.

Sem saber se tinha feito o certo, Kics decidiu contar aos companheiros que o baralho estava com ele. Urbanus, indignado pela mentira - já que todos tinham feito um acordo de retribuir a ajuda dos magos encontrando e entregando o baralho a eles - ordena que Kics corra atrás da caravana dos magos e conte a verdade. O guerreiro se recusou, explicando-lhe que o baralho poderia ser mais útil em posso deles mesmos. Frente a esse posicionamento, o paladino sacou sua espada e atacou o guerreiro, que se defendeu. Ao perceber que o combate era sério, Kics iniciou um combate mais astuto e cauteloso, como fora treinado. Em pouco tempo o servo de deus estava incosnciente no chão, beirando a morte.

Na ânsia de salvar a vida daquel paladino, Kics teve a idéia de carregá-lo até o reino de Martan, onde provavelmente reencontrariam seus outros amigos. Frederich e Shadow concordaram.

Chegando na grande cidade do reino, logo avistaram seus amigos, que haviam tomado outro rumo. Em pouco tempo algumas confusões foram desfeitas e perceberam que Etilaw era o responsável pela morte do rei, e que acabou ocasionando todo problema com o sumiço do príncipe.

Ragnak, mais que depressa, correu até Kalamick- o grande mestre ilusionista da escola arcana - e o deixou a par dos fatos. O poderoso arcano se enfureceu imediatamente com a notícia da morte de Etilaw e exigiu que o baralho estivesse em sua posse.

- Magos são julgados por magia, não pelo fio da espada. Conheço Etilaw e sei que ele não atacaria um de vocês. Vocês deveriam ter trago ele aqui para nós, magos, poder conceder-lhe um julgamento justo. Quero o baralho que estava com ele e seus assassinos aqui! - disse Kalamick

Enquanto isso, Ramza usou seus poderes para trazer seu colega Urbanus de volta à consciência. Talvez, devido ao tempo que passou incosnciente, o paladino se levantou e buscou uma biblioteca. Frederich o seguiu.

Não sabiam bem o que procuravam, mas estavam prevendo uma espécie de caos entre seus próprios companheiros.
Depois de algum tempo ali, cercado de inúmeros livros e conhecimentos milenares, O Sombra avistou um livro que lhe chamou a atenção pela capa. A capa estampava o símbolo da cidade mitológica de Ithil, a cidade da sabedoria. O símbolo representa o sol nascente e o sol poente - indicando a vida e a morte.


Rapidamente ele foi até lá e passou a ler as páginas do livro, junto com Urbanus. O que explicava, poucos seres sabiam. Ithil era uma cidade real, situado em outro plano, no qual apenas as pessoas em estado de semi-vida podem entrar. De acordo com o livro, uma pessoa envolta em correntes, moribunda e com o símbolo da cidade na testa, é enviada diretamente para os portões de Ithil. Lá, é possível ter quase todas as perguntas respondidas graças ao imensurável acervo da biblioteca e da lider da cidade, Lania - uma jovem com traços infantis, que detêm praticamente o conhecimento de todos os livros da biblioteca. Para entrar paga-se um tributo de dor. As correntes que foram envoltas no corpo morimbundo, agora são correntes com cravos, que penetram profundmente na pele à medida que caminha. Para quem vai até lá, encontra uma grande cidadela, muitas pessoas, enroladas em correntes com cravos também, vivem como pessoas normais. Segundo o livro, são pessoas que, em busca de sabedoria que pudesse lhes poupar esforços em vida, fizeram muitas viagens para Ithil. Chegando a um ponto que o corpo carnal começou a rejeitar a volta do espírito. Dessa forma eles foram condenados a viver em Ithil para sempre.

Para que a permanência em Ithil não se tornasse um martírio, um artefato mágico, que nunca foi visto, é mantido em posse de Lânia. O artefato emana uma aura que é capaz de curar todos os ferimentos daqueles que residem ali.

Após lerem isso, correram para junto aos outros e lhes contaram sobre essa possibilidade de obter algumas respostas. Blaze se prontificou a conhecer a cidade da dor e da sabedoria.
Acorrentado, incosnciente e com o símbolo em sua fronte, ele apareceu como dizia o livro, num novo lugar: Ithil.

Com passos pesados e dolorosos ele caminhou até a primeira construção que viu. Lá encontrou Lânia.
Sem saber muito bem o que perguntar, questionou sobre um antigo bebê dragão que tinha encontrado. Ao caminhar para se aproximar da lider, ele não resistiu à dor e voltou ao plano de origem.


Gust, vendo que "a viagem" não era um mito, decide ir e tentar obter melhores informações. Assim como Blaze, ele encontra Lânia. E também se enrola para fazer as perguntas certas.

Eu sempre digo isso aqui na taverna: muitas pessoas buscam respostas, mas não sabem qual é a pergunta!

Talvez, a informação que mais poderia ser útilque conseguiu, foi quando Lânia o alertou que permaneceu do lado dos ilusionistas poderia lhes render mais inimigos que apenas os conjuradores. E que a rixa entre essas escolas de magia é muito mais antiga do que eles imaginam.

Pouco depois, Gust estava de volta. Estavam sem saber o que fazer. Sobretudo porque, nesse itervalo de tempo, Ramza verificou o baralho e explicou para todos do que se tratava o artefato. Shadow, se ouriçou e tentou de todos os jeitos que ele deveria ser o guardião do baralho. Como eu imaginei quando ouvi a historia, ese pequeno halfling faria de tudo para ter o baralho.

Alguns dos heróis não tinham bem claro em suas mentes qual era a melhor solução. Alguns simplesmente queriam ter a posse do baralho e outros achavam melhor seguir as instruções de Kalamick - contrariando apenas a ordem de matar o assassino de Etilaw.

Ragnak, na busca de algum último conselho, foi ter uma conversa com Ragnak de noite, quando todos já estavam em seus quartos prontos para dormir. O bárbaro revelou ao mestre arcano da descoberta de Ithil, o que aumentou ainda mais a ira do ilusionista. Talvez ele tenha pensado que a sabedoria deve estar apenas nas mãos de magos, não sei. Mas sei que a sua ira foi tão grande que ele utilizou de seus poderes para fazer alguma coisa com o meio-orc.

Como não entendo de magia, não sei o que foi, mas pelo que soube o bárbaro saiu da academia arcana e foi até a pousada falando sozinho: "Devo matar Kics! Devo matar Kics!"

Na pousada, Shadow optou por esperar todos dormirem e tentar roubar o baralho do guerreiro. Para seu azar, Kics estava acordado.
Aí eu só sei que foi uma bagunça, pois o dono do baralho quis tomar satisfações com o ladino, o paladino se levantou e foi para a porta, impedindo a passagem de qualquer pessoa - acho que esse rapaz não aceitou a derrota anterior - e Ragnak levantou e segurou seu machado. Com ira no olhar ele parecia esperar o melhor momento para cumprir sua missão. Os outros, até onde eu sei, não se manifestaram.

Na verdade quem me contou essa parte da história estava muito bêbado quando chegou nesse ponto. Não sei se ele também não sabe ou se ele não conseguiu contar. É possível ainda que ele tenha se confundido em alguma coisa. O que sei é que a útima coisa que ele falou foi:

- Quando tudo parecia perdido pra Kics, ele segurou firmemente seu baralho. Parecia disposto a sacar uma carta!

  Agora o jeito é esperar amanhã, depois que ele acordar para saber o que aconteceu depois!!!
Devo confessar que estou muito curioso!!! Espero que estejam aqui para saberem se houve combate mesmo ou não, e se houve, como foi!!!

5 Blá blá blá!:

Prof. Matheus disse...

Huhauhauhau.. esse dia foi muito engraçado!!!

O palada tomou um cacete nervoso do Guerreiro!!!

Muito bom.....

Vale lembrar que foi esse palada que orou para seu deus pedindo uma luneta.... hehehe

Dragões do sol Negro disse...

Tá aqui a história da luneta:
http://dragoesdosolnegro.blogspot.com/2011/06/perolas-do-rpg.html

Matheus(Kics) disse...

Pra que foi querer me enfrentar. deu nisso!!

rafael disse...

muito boa a história *--*

Rogério "Monge da Dungeon" disse...

Nas palavras do mestre do oriente, Pôh:

Show de bola!

Flws

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