quarta-feira, 6 de julho de 2011

RPG e Tecnologia : by Chiquinho



Uma das coisas que mais chamam a atenção e mais temos noticias nesses tempos é sobre tecnologia, principalmente a computacional, e um fato interessante é que sempre houve formas de inserir elementosdo RPG nesse mundo e vice-versa.

No inicio dos jogos eletrônicos já era possível encontrar títulos com temas de RPG. Há alguns anos atrás o RPG estava tão na moda eletrônica que outros títulos começaram a incorporar alguns elementos deste mundo, o mais tradicional é personagens adquirindo XP e ganhando nível. Nunca vou esquecer quando comprei Need For Speed Carbon e percebi que era possível ganhar experiência na corrida, níveis e recompensas a cada nível.
Foram feitos inúmeros títulos, muitos épicos, de RPG no mundo eletrônico, porem sempre faltou “alguma coisa”.
E se nós invertermos o papel?! Ao invés de inserir o RPG na tecnologia, inserirmos a tecnologia no RPG?
Primeira coisa que me vem na cabeça quando penso no assunto é Star Wars, Luke treinando com Obiwan na millenium falcon e no fundo r2d2 e c3po enfrentando Chewbacca numa partida de “xadrez holográfico”.
Se colocarmos de lado o fator financeiro e deixarmos a imaginacao voar, podemos aprimorar em muito a experiencia da mesa.
Jogadores com tablets seriam a nova onda, não apenas com acesso a um acervo online de livros para incrementar a aventura mas também com suas fichas em formato eletrônico, que identifiquem a narração e vão atualizando automaticamente conforme a sessão vai rolando. Tablets ligados entre si compartilhando a informação sobre o que o personagem esta vendo.  O tablet do mestre com um acesso rápido a todo tipo de informação sobre as propriedades físicas do ambiente e características de monstros. No final da sessão, um tablet pré-selecionado poderia reunir todos os acontecimentos da aventura e fazer uma historia, que hoje ainda fazemos no papel e caneta.
Deixando a imaginação voar ainda mais. Uma mesa holográfica que conforme narrado ou desenhado, criasse o ambiente em que os heróis estão, criando uma movimentação mais realística ao invés do clássico movimento por quadrados.
Alguns destes pontos hoje já são possíveis, (tecnologia Surface) mas seriam absurdamente caros, mas conforme as tecnologias vão surgindo e ficando mais acessíveis, poderão ir incrementando a experiência de jogar na mesa, já conheço vários jogadores que levam netbooks com centenas de livros dentro para consulta rápida.
É apenas questão de tempo e imaginação para o RPG passar de nível, afinal a experiência já possui, so faltam algumas moedas de ouro.

Chiquinho

8 Blá blá blá!:

Igor disse...

Caramba, eu to muito chato ultimamente hehe, mas vamos lá... me aguentem!

"EU" acho que RPG é imaginação, e alguns recursos como papeis e dados para tornar possivel algumas disputas e testes.

Existem MMO's que reunem uma grande gama de cenários, monstros e quests, esperando pelo nerdão tecnológico. Está tudo lá, já desenhado e pré programado, inclusive com inteligência artificial dos NPCs e monstros.

RPG é o que temos na mesa do Fino. E ponto.
Um mestre competente é melhor que mil hologramas, "tabletgramas" e o caraiogramas.

Igor disse...

ps.: Paulo

some daqui!

euaheauhaeeahuhea

Paulo disse...

rsrsrs

Edson disse...

Acredito que a tecnologia é sempre uma aliada e que num futuro próximo realmente teremos Tablets especiais sendo vendidos como tabuleiros para partidas de RPG e não estamos longe disso, basta darem uma olhada nos vídeos que temos neste tópico (http://migre.me/5c1g1) para terem a certeza de que a tecnologia já invadiu o mundo do RPG... e não dá mais para parar.

Prof. Matheus disse...

Bem, se tratando de tecnologia o problema nunca foi ela em si, mas o uso que se faz dela. Embora sejam comentários paradoxais, eu concordo com o Igor, quando ele diz que RPG é imaginação, lápis e papel e concordo co o Eder, quando ele diz que a tecnologia está aí, gostemos ou não.

Se ela for utilizada sabiamente, com certeza vai agregar bastante a jogo, sem perder a essência do RPG. Entretanto, se for usada como finalidade, ao invés de meio, a essência do jogo possivelmente iá se perder. Pode até se um jogo bacana, mas não o bom e velho RPG.

vitor_serpa disse...

Concordo com o Matheus...

A tecnologia pode ser usada de uma forma que ajude e agilize a boa e velha mesa de RPG, sem descaracterizar o RPG em si, ou seja, o uso do "olho da mente" pra enxergar os cenários, heróis, vilões, etc.

Como exemplo, temos hoje, planilhas de D&D 4.0, no formato Excel, que são atualizadas sempre que sai um livro novo. Ela não cria o personagem por você, mas ela ajuda a preencher a "ficha" e, convenhamos, nada mais chato que distribuir os pontos de perícia iniciais no D&D.

Abs

Igor disse...

até tu brutus?
rs

vitor_serpa disse...

pow Igor, eu era o que sofria mais..

Principalmente porque metade da galera da mesa no fino me pedia pra ajudar a montar personagem novo. e qdo chegava na hora das perícias...

"O Vítor, distribui as perícias ae pra mim cara..."

rsrsrsrsrsrs

Lógico que rolar os dadinhos fisicamente é importante, mas tem algumas ferramentas que ajudam, sem descaracterizar...

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