quinta-feira, 7 de julho de 2011

Escola de Heróis 07 - Encontrando o Reduto do Necromante

  

Saudações meu rei! Trago novas informações.


  Meus contatos me informaram que os heróis não quiseram avançar a noite dentro da floresta e acamparam ali mesmo, perto da casa de Magna. Logo que o sol nasceu seguiram viagem.

  "Sempre ao norte" ouvia algumas vezes da boca de algum aventureiro mais otimista. O fato é que caminharam por horas a fio e não encontraram nada. A fome começou a apertar e os efeitos começaram a serem sentidos na velocidade do caminhar.

   Depois de muitas árvores os aventureiros encontraram o que parecia um vestígio de um acampamento. Uma carroça abandonada, um resto de fogueira, objetos de acampamento entre outras coisas.

  Sem pestanejar Arthur entra na carroça em busca de algum indício das pessoas que estavam ali. Encontra um tipo de caixa fechada. Ao abrí-la, ouve-se sosn de lamúrias e sofrimento. Alguns dosaventureiros por perto ouvem também. Uma aura de medo e dúvida paira sobre suas emoções.

  Perto dali Jobi encontra uma arca semi enterrada no solo. Usa de seus poderes arcanos, mas não sabia que seria desnecessário, pois alguém já a deixara aberta. Sem obstáculos, ele abre a grande caixa e se surpreende com uma grande explosão que é emitida. Por sorte não o atingiu em cheio.

Enquanto todos apenas observavam, Arthur achou melhor verificar o que havia nos utensílios do acampamento. Certo de que ali não poderia encontrar perigo, ao se abaixar para olhar dentro de uma das bolsas ele sentiu o chão sob seus pés ceder, e sem tempo para reagir ele cai num fosso. Por sorte não teve muito ferimentos e facilmente conseguiu escalar.

Tube, cismado com uma estátua apavorante que tinha por ali, chega mais perto para tentar encontrar algo. Ao se aproximar percebe que a estátua aos poucos foi criando vida. Um combate estava restes a se iniciar.

Sim vossa majestade, como eu lhe disse: a estátua criou vida. Todos se posicionaram e atacaram sem dó nem piedade a criatura fantasmagórica. Embora ela fosse apenas uma, seus ataques era diferentes de tudo aquilo que os aventureiros já tinham sentido. Ao serem tocados eles sentiram como se algo drenasse sua energia vital. Quando ouvi isso meu senhor, me lembrei da batalha de Fürlhan. Foi algo assim que vosso exército combateu não foi?

Pois bem, com alguma dificuldade a criatura foi vencida e a estátua voltou a ser algo imóvel e estático.
Ao caminharem pouco adiante, viu-se ruínas de uma torre circular. Algumas colunas ainda estavam de pé, mas não ostentava mais nada. Del, curioso, correu na frente para tentar encontrar algo, mas não percebeu que passou ao lado da estátua novamente. Sim meu rei, fiz a mesma expressão: erro tolo.

Novamente a criatura a pareceu, mas dessa vez não deve compaixão e com poucos golpes drenou toda a energia do druida, que caiu esquálido no chão. Dessa vez uma estratégia foi elaborada, com a ajuda do pequeno Roger.

Num combate mais inteligente o ser incorpóreo não teve muito o que fazer. Em pouco tempo ele sumiu no ar como a primeira vez. Mais atentos para que o erro não fosse cometido novamente, a estátua foi destruída e feita em pedaços.

Aos que entraram nas ruinasda torre, uma surpresa os estava aguardando. As torres desabaram, uma a uma sobre aqueles que passaram por elas. Muitos valentes sofreram por ali. Se não houvesse quem pudesse dar um pequeno socorro com cura, possivelmente alguem terminaria sua missão estirado naquele chão.

Waters, indignado que havia apenas floresta ao seu redor, percebeu que poderia haver mais alguma coisa ali que não fora vista. Logo encontraram um pequeno círculo mágico no chão feito com pedras

Alguns tentaram chutar, outros remover as pedras, mas o pequeno bardo percebeu que havia algumas poças de água que poderiam ser mais que isso. Elas estavam sujas de sangue. Tube, ao ver o que Roger tinha descoberto, pegou uma flecha e constatou: havia algo escondido sob as águas da poça, que se revelou relativamente profunda. Roger então utilizou uma de suas habilidades mágicas e levantou alguns litros de água daquela poça, revelando uma mão decepada segurando alguma coisa.

Tube que estava por ali, pegou a mão e pegou uma orbe que ele segurava. O paladino pegou também um anel que estava no dedo daquela mão: um anel de ouro da Ordem de Daros. Como tinham poucas opções, tentaram utilizar essa orbe no círculo de pedras.

O que ocorreu depois, meu rei, não sei se foi exagero, mas nem os olhos deles puderam acreditar. A carroça, as colunas desmoronadas, o baú.. tudo sumiu e deu lugar a uma linda e imensa torre circular. Nova, como se fosse recém construída. Uma grande porta dupla separeva agora os heróis do interior da torre.

Nesse momento souberam, encontrarm o esconderijo de Epitácio. Antes de entrarem, Bowie quiz resolver o enigma do cubo que pegara outrora e estampava o rosto de um kobold. Ao resolver um susto. Ele se viu dentro de um ambiente todo branco, como se fosse infinito... sem fundo, chão, céu ou paredes. ele estava dentro do cubo. Do lado de fora surgiu um kobold, aquele que estava preso!

Rapidamente o bardo tocou sua poderosa música que fascinou o pequeno ser. Sulivan com sua hipnose arcana ordenou que a criatura resolvesse o enigma novamente e assim ela fez. Ao resolver a magia aconteceu e Bowie, assustado, reapareceu ao lado de seus amigos.

Bem meu rei, parece que eles descobriram a utilidade daquele item que havíamos comentado em outra oportunidade. Espero que possam fazer bom uso dele. Eles vão precisar de toda ajuda, agora que estão prestes a enfrentar Epitácio.

Assim qu souber de mais laguma coisa eu lhe digo, meu senhor. Por ora é só.

Bom descanso!

0 Blá blá blá!:

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