terça-feira, 12 de julho de 2011

Background - Thorin




Tudo começa em uma aldeia de Onmoria, lá viviam Thorin, seu irmão e seu pai, sua mãe morrera no parto. Em uma noite chuvosa, quando Thorin ainda era pequenino, alguém bate na porta, seu pai com receio de abrir, por já serem altas horas da noite, espera para ver se a tal pessoa vai embora, mas, isso não acontece, as batidas começam a ficar mais intensas, então Fundin, pergunta quem é, mas a voz nada responde, ao se passar alguns minutos, Fundin abre a porta para examinar, então bonner, o espírito maligno que é conhecido por levar e sumir com as crianças, entra em sua casa, o espírito, lhe faz uma proposta, tal que ele levaria os pequeninos, mas os traria quando já estivessem maior, porem, Fundin estava decidido a não entregá-los, feito isso o espírito o paralisou e sumiu com o anão.

Desde então Thorin vem vivendo com o único intuito de caçar o espírito e, se por algum milagre, seu pai estiver vivo, resgatá-lo.
Nome: Thorin
Apelido: não tem
Idade: 120
Nasceu em: Onmoria cidade famosa por ter os melhores anões fundidores.
Família: orgulha-se do pai Fundin por ter sido considerado o melhor anão fundidor de Onmoria
Quem lhe ensinou o que sabe – Aprendeu a arte de fundir até certa idade, ou, até quando seu pai foi capturado, depois desse ocorrido, aprendeu a manejar machado, e a lutar, com seu mestre Goblin, um anão guerreiro.
Maior vitória que teve na vida: consegui fundir o machado Osíris, no qual colocou partes de machados fundidos por seu pai.
Maior derrota que teve na vida: foi abandonado por seu mestre Goblin em uma batalha, na qual quase morreu.
Seu maior defeito: Temperamento.
Sua maior qualidade: Justo e leal.
Tem medo de alguma coisa? Não exatamente medo, mas temor de espíritos.
Alguma cicatriz? Apenas uma cicatriz no braço direito, feito pelo seu mestre Goblin, em um treinamento.
O que o motiva? A busca pelo seu pai.
Vive buscando o que? Vingança e conhecimento.
Numa sala com inimigos, pessoas inocentes presas e um grande tesouro, o que lhe chama mais atenção? Matar os inimigos, bolar um jeito de salvar os inocente, ou pensar em como pegar o tesouro do jeito mais fácil? Primeiro matar os inimigos, depois salvar as pessoas, e por ultimo pegar o tesouro.

Carta de Thorin a seu mestre Gloín.

Meu caro mestre, apesar dos infelizes devaneios, lhe mando está carta contando minhas aventuras até o presente momento, sou eu, Thorin, aquele jovem guerreiro que se aventurou em busca de vingança, creio que algumas lhe agradarão e outras nem tanto. A principio, logo após o Senhor ter desaparecido, fui encontrado por uns jovens guerreiros, que também estavam se aventurando, eu estava em um sótão em uma torre misteriosa, fazia-me refém de Epitácio, um Necromante muito poderoso, eu entretanto, apesar de minha grande desconfiança me juntei ao grupo, já que nosso inimigo era comum, lá derrotamos um cão negro e quando o necromante viu que seu fim estava próximo derrubou a torre, acredito que morreu, por sorte eu e os aventureiros nos salvamos.

Pouco depois por um inesperado infortúnio, fui preso junto com os aventureiros, e um sujeito que se autodenominava Dred, o motivo, acusações falsas e sem sentido. Contudo, fomos em busca de alforria, nessa mesma cidadela, um certo rei nos concedeu a alforria, dando nos uma grande e árdua missão, a qual teríamos de ir a cidade próxima e aniquilar orcs que estariam infortunando seu rei Berrick, oferecendo 25 peças de ouro por cabeça orc, chegando em Colinas gêmeas, a tal cidadela, Berrick muniu nos com ração e partimos em direção a Kaíros uma das colinas, eu tentei estar sempre a frente nas batalhas como o senhor me ensinou, no caminho até Kaíros, Dred partiu na frente, para ser sincero não havia gostado muito de seu caráter, também encontramos um acampamento orc, criaturas depreciáveis, que nos atacaram com magias, dentre outras coisas, a batalha foi árdua ,apesar de minha experiência contra tal criatura, porém dificuldades são superadas, retomando a rota até Kaíros, pode-se notar fumaça saindo de dentro da montanha isso dentre outras coisas deixou minha mente mais tranqüila, pois essa fumaça eu reconheceria a quilômetros, era fumaça de forja.

Na entrada mais orcs foram encontrados e aniquilados sobre tudo, adentrando a colina pude perceber o belo trabalho concebido por anões, estatuas e estruturas magníficas guardavam a entrada da montanha, pude perceber sobre tudo o nosso grande deus Moradin esculpido em uma bela reprodução na majestosa porta da colina, tudo estaria correndo bem se não fossem as armadilhas que guardavam a montanha, tudo foi superado e a grande porta foi aberta, ao entrar um abismo nos aguardava, a única forma de passar era uma ponte de cordas, este obstáculo árduo derrubou dois de meus companheiros que em brevese juntariam a nós novamente, após o restante atravessar a ponte, mais orcs foram encontrados e mortos, em seguida outra estatua do grandioso Moradin fora encontrado, logo depois uma criatura mais horrenda fora encontrada por perto, um ogro, eu e mais dois de meus companheiros tomamos a frente, estes seriam Roger um bardo e Misha uma ladina, o ogro fora derrotado com muito esforço, em seguida mais criaturas, dessa vez stirges, foram derrotadas, algumas por um monge cujo nome era Sharizardi, um rapaz muito simpático por sinal, mais orcs surgiram dentre eles um orc xamã, que fora derrubado em alguns minutos,após o combate, todos os feridos no mesmo se recuperaram, até Bowie, um clérigo que estava morto se recuperou, sem um olho por sinal, o que me deixou com um mau pressentimento, descemos então uma escada localizada na mesma sala, La encontramos um troglodita, aquele humanóide com cabeça de lagarto, que fora também aniquilado.

Ao adentrar em outra sala achamos filhotes e fêmeas de trogloditas, prevendo que no futuro estes iriam se tornar criaturas letais, eu Del um druida, e Bowie, abatemos a todos. Encontrei também em kairos um cemitério anão que abrigava, bravos guerreiros anões que faleceram em batalha, foi encontrado também um urso marrom em uma jaula, foi de senso comum deixá-lo lá, apesar de não ter presenciado me disseram que também fora encontrado um guerreiro sendo devorado por dois Gricks, acredito ter tido sorte a não presenciar tal fato, dentro da colina encontramos também um lagarto, por sinal, de estatura gigantesca, que foi abatido após a batalha, soube também que o urso anteriormente encontrado fora libertado por meus companheiros, mas acabou sendo vitima de seu próprio azar caindo pela escada e morrendo, entrando em outra sala pude observar crânios, uma demonstração medíocre de poder, mas não era só isso o que a sala guardava, um troglodita feiticeiro surgiu e incumbiu a mim, a Bowie e a Del que só estaríamos livres da montanha se matássemos todos os que ali habitavam inclusive “Pesadelo da Noite” o dragão que vivia ali.

Partimos então para cumprir está nova missão, porém enquanto seguíamos nosso caminho encontramos uma estalagmite viva um espécime rochosa com tentáculos, ela nos deixaria ir, contanto que trouxéssemos algo vivo para ela comer, nesse meio tempo reencontramos Dred o rapaz que comentei a pouco, encontramos em seguida estátuas de anões com machados gigantescos, que serviam de armadilha para quem tentasse abrir as portas que se localizavam ao final da sala, depois de muita procura por alguma passagem, Dred encontrou uma porta secreta e a abriu com facilidade, tomei a frente e desci a escada que estava escondida atrás da porta, lá encontramos um grande salão, majestoso, sem duvida construído por anões, lá encontramos anões fundidores que nos muniram com armas, para que pudéssemos acabar com o terrível dragão, em seguida Roger o bardo se mostrou alguém muito respeitável demonstrando sua facilidade com palavras me motivou dizendo palavras sabias, se me lembro bem o que me disse, acho que foi isso : “E não esqueçamos do mais digno entre os anões.Aquele que foi escolhido para portar o espírito de luta de seu povo.Um imensurável guerreiro que encara os mais terríveis desafios.Encaminha-se agora para marcar sua história.Vai ser o senhor anão na luta contra seu algoz.Avante Thorin, o impassível.” Fiquei muito motivado e fui com vontade ao encontro do dragão, chegando ao seu habitat, uma espécie de calabouço com um lago negro num canto, confesso que senti um calafrio quando entrei, o odor de acido era terrível, o dragão não tardou a aparecer, surgiu da água e desferiu seus golpes contra nós, foi a mais árdua batalha que já participei, porém não concluída o dragão ao ver sua grande desvantagem, decidiu fugir, um alivio e preocupação abateu a todos, então voltamos e por uma breve discussão, ficou decidido que encantaríamos o troglodita feiticeiro e o daríamos de comer a estalagmite, dito e feito, porém, ao tentarmos sair da colina, algo nos impedia, a magia não fora quebrada e nós ainda estamos presos aqui.

Meu mestre, espero que esteja lendo está carta, e veja que tudo que o senhor me ensinou não foi em vão, e que se algum dia nos reencontrarmos, o senhor me receba de braços abertos, não mais só como um discípulo, mas sim, como um amigo.

Ass.: Thorin Escudo de Carvalho



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