terça-feira, 24 de maio de 2011

Em busca do fruto da vida - Parte8



Olá cavalheiros, sejam bem vindos a minha humilde taverna. Posso lhes oferecer algo para beber enquanto continuo contando a história de alguns aventureiros que buscam salvar o rei?


Pois bem, se acomodem. Depois de tomarem para si alguns livros e pergaminhos os heróis entraram numa sala na qual parecia muito com uma floresta - só que abaixo do solo. As árvores estavam ressequidas e sem vidas, mas era numerosas. Alguns passos dentro dessa sala-floresta, encontraram dois aventureiros acuados de outros combates. Inicialmente houve algumas agressões verbais e questionamentos. Depois de verificarem que são amigos, o guerreiro e o ranger elfo se uniram ao grupo contra Belak.

Após pouco tempo de caminhada, eles avistam uma gigantesca árvore... a maior que já viram. Em frente a ela estava alguém com um grande manto, que logo deduziram que era Belak, um guerreiro e uma mulher com uma túnica. Pela descrição eram os filhos da mercadora que havia pedido para resgatar seus filhos anteriormente, mas estavam diferentes. Pelo que Belak explicou, eles haviam feito o pacto com a grande árvore em troca de poder. Junto com eles um grande sapo e vários pequenos galhos com vida... aqueles que já atacaram os heróis em outros momentos.

Aos poucos todos foram se aproximando... até que, num ponto foram notados. Belak iniciou uma longa conversa com o anão. Tentou lhe oferecer mais poderes e força, em troca da rendição. Quando ouviram a propostas, alguns até se interessaram. Belak parecia ter muita influência e persuasão. Acho até que ele conseguiria alguma desistência, se um bárbaro não invadisse a área girando o machado sobre a cabeça tentando atingi-lo.

A cena do combate estava formada. O combate foi sangrento e cruel. Na verdade, pelo que soube, houve alguns detalhes que vale a pena comentar com vocês como pro exemplo a pequena maga, filha da mercadora. Inicialmente conjurou uma magia sobre si mesma e depois, ao tentar utilizar sua besta percebeu que lida muito melhor com magias do que com armas. Por três vezes ela tentou armar a besta e nas três vezes ela deixou a besta cair longe dos seus pés. Pelo que soube a besta só não caiu mais vezes porque não deu tempo, mataram ela antes.

O guerreiro empunhava uma espada muito diferente. Cromada, cintilante, como se acabasse de ter sido forjada. Cortou a carne de alguns heróis com ela, mas ao investir contra o escudo do anão, talvez pela força, ou até mesmo um mau jeito, ao brandir o ferro da espada com o escudo, a lâmina se partir em muitos pedaços, deixando o forte guerreiro exposto... o que o levou à morte rapidamente.

Magias, flechas, golpes precisos e intermináveis de espadas e machado fizeram com que o único de pé nos inimigos fosse Belak. Até mesmo seu sapo não fora poupado.

Belak se defendeu como pode no principio do combate. Utilizou sabiamente o poder mágico de dominar mentes. Esse poder fez com que por alguns momentos os amigos tivessem que se digladiar entre si. Inclusive o grande bárbaro Ragnak prostou-se num desses momentos do combate. Em um momento de luta franca contra o anão e o halfling, não foi possível perceber, pelo que soube, porque foi muito rápido, mas algo atingiu o bárbaro e ele caiu. Embora ele não tenha sido o único dominado, ele foi o único que caiu inconsciente pelas mãos dos amigos.

Temeroso por uma possível derrota, Belak se dirigiu para trás da grande árvore. Ninguém pode ver o que aconteceu lá, mas um grande urro foi ouvido. Enquanto tentavam cercar o inimigo em minoria pelos dois lados da árvores, um urso imenso saltou e investiu contra os heróis.

Belak tinha um último truque. E o usou num bom momento. Enquanto o urso colocava em estado inconsciente um a um dos aventureiros que ali estavam, a magia de dominação ainda ocorria no campo de combate. Nessa última vez, o guerreiro recém encontrado pela turma, se voltou contra o clérigo. Seria um duelo interessante de ser ver, se um dos arqueiros não tivesse atirado uma flecha bem no pescoço de Belak, que caiu morto.

Assim que o corpo caiu, a dominação e o urso sumiram em pleno ar. Ágeis, os heróis logo se encarregaram se limpar o que havia de valioso entre os mortos. O que ninguém esperava é que a "limpa" incluiu Ragnak, o companheiro de missão deles. No corpo do mago encontraram além de outras coisas, alguma poções de cura; com algum critério eles curaram quem estava inconsciente, mas novamente Ragnak saiu perdendo, pois quando chegara a sua hora, não havia mais poção.

Depois de se certificarem que não tinha mais nada de valioso, se lembraram a que vieram e começaram a estudar como subirião em tamanha árvora. Nesse momento, um dos feiticeiros da trupe chamou a atençao para si e disse que esse problema ele resolvia. Com gestos rápidos ele se apropriou de um feitiço que lhe permitia andar pelas paredes. Com extrema facilidade ele subiu até o topo, recolheu o único fruto que ali havia e desceu. Por último, um dos rangers viu alguma possibilidade nos pedaços da espada do guerreiro, filho da mercadora. Aquele metal era muito diferente para ser deixado ali - imagino que ele tenha pensado.

Eles ainda não voltaram, meu povo. Mas dizem as más linguas que eles cogitam a hipotese de chantagear o rei, agora que eles tÊm o fruto em mãos. Vamos esperar eles retornarem para saber!

Também estou curioso para saber o que vai acontecer quando eles voltarem, mas até lá, nos resta nos divertir!


0 Blá blá blá!:

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