terça-feira, 3 de maio de 2011

Em busca do fruto da vida - Parte5



Pois bem amigos, vejo que muitos voltam aqui só por causa dessa busca dos aventureiros de Martan. Minha cerveja nada... humpf! Pra ficar aqui tem que consumir!


Enfim, em todo caso vamos continuar. Ontem passou um sacerdote aqui e contou algumas novidades da aventura.

Segundo ele, os heróis voltaram para a comunidade Kobold, e com alguma tristeza - sobretudo de Blaze, o ranger - eles devolveram o filhote de dragão. Conforme o prometido, a rainha dos Kobolds deu acesso à sala de tesouros e ofereceu uma entre várias armas e alguns itens que lá estavam, além da chave do Dragão, que ela já havia falado.

Lá, em franco desespero, Blaze conseguiu mais um arco longo e com um bônus - as flechas que o acompanhavam eram diferentes das que ele estava acostumado. Além disso, eles conseguiram alguns pergaminhos mágicos e um amuleto de madeira, que pelo que se sabe protege seres com ligação a ela. Embora tenha sido o ladino Shadow que o encontrou, acabou deixando com o Ranger.



Com posse da chave da porta do dragão, os guerreiros vão até o começo da cidadela para descobrir o que há por trás daquela porta tão misteriosa. Ao encaixar a chave na fechadura, uma espécie de véu mágico cai da porta, deixando o caminho livre. Lá dentro é encontrado alguns globos suspensos em aberturas na parede. Três deles estava empoeirados e trincados, e apenas um estava emitindo uma luz azul fraca e um som que mais parecia uma música.

O anão, como bom guerreiro que é, se aproximou para investigar o globo iluminado. Ao se aproximar, o globo começou a produzir um som muito agudo e ensurdecedor. Para diminuir o som, todos correram para a entrada da cidadela, menos um dos feiticeiros que conseguiu resistir ao som. Seguindo o que o anão gostaria de ter feito, o feiticeiro pegou o globo em suas mãos, que acabou aumentado ainda mais o volume do som. Aturdido, o feiticeiro atira o globo contra a parede, extinguindo a fonte do som perturbador. 

Sem o som, todos retornam à sala e se dirigem a um pequeno corredor que liga a outro ambiente. No pequeno corredor havia uma armadilha. Nada que prejudicasse muito os heróis, mas Shadow infelizmente acabou alvejado de flechas enquanto tentava desarmar a armadilha.

Com a porta livre, foi encontrado na sala muito bonita, e com uma imensa estátua de dragão feita do mais branco mármore, e com detalhes em vermelho. O dragão estava encantado para pronunciar um enigma assim que alguém se aproximasse.

Quem me contou isso entende de magias. Ele me disse que esse encanto faz com que a boca da estátua se mova como se estivesse pronunciando algo de verdade. Imagine.... um dragão falando com você?? Sou corajoso, mas acho que nem tanto.

Enfim, sabe-se que em pouco tempo eles resolveram o enigma e foram adiante, através de uma porta que se abriu.

Lá, encontraram alguma estátuas de elfos em mármore também. Havia espaço para seis estátuas, três de cada lado, mas só havia cinco. Os aventureiros procuraram um pouco sobre o paradeiro da sexta estátua, mas decidiram ir em frente. Mas para ir em frente, um grande fosso separa onde estavam com o próximo ambiente. Um fosso bem fundo com estacas no chão e bem largo... coisa de dez metros... Na impossibilidade de saltar e na falta de cordas, restou aos heróis descer escalando por uma das laterais do buraco, caminhar entre as estacas e subir do outro lado. É bem verdade que muitos beiraram a morte tentando subir ou descer o fosso. Tanto que Ramza, o clérigo, decidiu não ultrapassar o fosso e apenas observar.

Do outro lado do fosso, estava o guardião da tumba do sacerdote do dragão. Assim que os guerreiros subiram do outro lado do fosso, ele atacou tentando empurrá-los para o buraco, matando-os. O que o guardião não esperava é que o anão não é tão fácil de empurrar. Como sua tentativa foi frustrada, em pouco tempo todos o cercaram e desferiram golpes sem dó. Vendo sua morte chegando, o guardião fez uso de suas asas e fugiu dali para não ser morto.

Agora, em paz, os aventureiros puderam ver a grande tumba que estava ali.  Era um sarcófago em mármore maciço. nas laterais tinha alguns dizeres dracônicos, explicando os motivos do morto. Tinha ainda seis fechos de metal que lacravam a tampa.

Depois de arrebentarem os fechos, os bárbaros e o guerreiro anão empurraram com força a tampa do sarcófago para ver o que havia dentro.

Para surpresa levanta uma criatura putrefe, vestido com tecidos caros e algumas jóias que ainda brilham. Assim que levanta a criatura já tenta desferir alguns golpes contra aqueles que perturbaram seu sono.

Embora fosse lento, a criatura era forte. Seus ataques causaram estragos suficientes para afastar muitos dos heróis dali de perto.

Entretanto somente força não foi o suficiente. O que pesou no combate foi à franca minoria. Apenas um contra todos os aventureiros acabou sendo um combate quase que desleal.

O homem que me contou isso tudo estava boquiaberto quando chegou nessa parte da história. Ele já ouvira falar sobre o sacerdote proscrito do dragão. Parece que essa criatura um dia foi um sacerdote chefe da ordem dos dragões, mas por usar magias profanas, foi condenado à prisão reflexiva, que consiste em enterrar a pessoa viva com a magia estase temporal para que a pessoa pense no que fez por toda a eternidade.

Na verdade ele achava que era tudo uma lenda e se surpreendeu ao saber que o sacerdote se transformou numa criatura monstruosa. De acordo com o informante, a maldade e loucura devem ter tornado o poderoso clérigo nesse ser. Talvez ele estivesse mais fraco, por causa dos anos e da insanidade - que provavelmente acarretou o esquecimento de tudo aquilo que ele fora. O rapaz que me contou isso afirmou que se o sacerdote dragão estivesse em sua perfeita forma, não haveria inimigo à sua altura.

Sorte dos guerreiros que o encontraram em sua forma monstruosa. O fato é que depois de muito golpear, Blaze com duas flechas certeiras atinge fatalmente o ex-clérigo e o derruba.

Ragnak, mais que depressa corre para decapitar a criatura, aumentando sua coleção de troféus.

Por falar em troféu, o fundo do sarcófago estava repleto de riquezas, riquezas essas que o ranger fez questão de pegar tudo, inclusive alguns pergaminhos mágicos e uma adaga toda diferente que estava lá.

Excessivamente machucados do combate, os heróis decidem voltar para a comunidade kobold em busca de repouso e cuidados para repararem seus ferimentos.

A rainha kobold. ao saber do feito dos aventureiros, não fez questão de esconder sua admiração e reconhecimento à bravura de todos, deixando bem claro que sempre serão recebidos de braços abertos por seu povo.


1 Blá blá blá!:

Willian disse...

Muito lgl a Historia de vcs!!!
E ve se deixa mais loka!"

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