quarta-feira, 11 de maio de 2011

A batalha arcana ou Estranhos aliados


Então meus amigos, creio que gostaram do show das meninas aquele dia. Voltaram hoje para vê-las novamente!!! São belas mulheres, eu sei! O Cisne é que não está gostando que elas estejam aqui. Acho que estou tirando o movimento dos clientes dele de lá!

Enfim, antes que o show comece, deixe que eu lhes atualize da saga dos aventureiros de Martan que eu estava lhes contando! Após inverterem a ordem da sala eles subiram uma grande escada de pedra em forma de espiral.

                No aposento que se seguia, algo estranho: pequenas salas, protegidas por um tipo de material, dava o aspecto de quadros na parede. Era possível ver livros e alguns artigos de valor dentro desses “quadros”. O que mais chamava a atenção era que não havia nenhum guarda, ou ninguém para proteger aquilo. Não demoraram a descobrir que a sala estava repleta de armadilhas. Em cada uma delas jazia um sem-número de aventureiros que passara por ali.


                Shadow, o ladino, se pôs a mostrar seus dotes. Um a um ele foi desativando os mecanismos mortais de cada armadilha. À medida que caminhavam para a porta que estava do outro lado era possível ouvir gritos de dor e estalos de chicote. Destemidamente continuaram a caminhada e descobriram que estavam dentro de uma sala de torturas de um clã de assassinos. Muitos prisioneiros estavam presos nas paredes – alguns já mortos. Ao perceberem que os heróis haviam invadido o local, os assassinos-torturadores se prontificaram para o combate. A luta foi árdua. Os assassinos mostraram porque carregam esse adjetivo. Entretanto os heróis conseguiram elaborar uma tática de batalha eficiente. É bem verdade que por estarem em maior número ficou mais fácil. Mas ao derrotar o que parecia ser mais perigoso e líder entre eles, os demais pareceram ficar sem organização e pereceram. Um ainda conseguiu fugir.

                Como prisioneiros , eles encontraram um nobre paladino de Pelor e, acreditem se quiser, um beholder. Segundo as informações sobre toda a história do assassinato do rei, a emboscada do lagos ilusionistas, enfim...,  três beholders seriam os líderes de uma guilda de assassinos. Cada um deles com seu personalidade bem definida:extremamente traiçoeiro, mau e sincero, mais poderoso, menos poderoso e assim por diante. Pelo jeito eles encontraram um desses líderes, que por algum motivo estava ali para morrer sofrendo.

                Os dois prisioneiros, tanto  Klemptos, o paladino, quanto o beholder, intitulado pelo grupo de “Zoiudinho”, prometeram ajudar os heróis como forma de agradecimento pela liberdade. Como paladino e beholder não se dão, o grupo teve que escolher apenas um aliado, e o escolhido foi o beholder. Klemptos então seguiu sua jornada em busca de vingança dos outros beholders mais poderosos sozinho.

                Com o aliado definido, os heróis indagaram o novo integrante sobre os perigos que os esperavam pela frente. Zoiudinho os alertou sobre a presença do restante da guilda de assassinos. Muito deles sempre estão em missões, mas muitos também ficam se recuperando de lesões, descansando ou chegando de lugares. Eles normalmente estão no quarto coletivo ou no refeitório. A criatura dos olhos disse ainda que no fundo do grande quarto coletivo há um tipo de fonte de um líquido mágica que promove a cura de ferimentos.
 
                Todos estavam muito tentados a beberem um pouco dessa água, já que estavam bem feridos devido ao primeiro combate com os torturadores. Mas souberam ainda, pelo beholder, que alguns tesouros eram guardados em salas específicas. Buscando evitar novos combates, todos decidiram entrar em uma das salas que estavam o tesouro para verificarem que tipo de enigma o guardava. Se tratava de um caminho sem saída pela frente. Uma pequena ponte levava a uma grande parede de rocha. Logo perceberam que se usassem o poder de ativar ventos verticais, no caso, de baixo para cima, eles poderiam chegar até a parte de cima dessa parede rochosa. Shadow foi quem se voluntariou. A experiência deu certo e do alto ele pode ver que era fácil entrar naquele tipo de “caixa de pedra”, mas era praticamente impossível sair. Achou melhor desistir.
                Como estavam todos machucados, decidiram entrar no quarto dos assassinos em busca da bebida mágica. O Beholder mantinha sua palavra de não se envolver diretamente nas ações dos heróis, mas sempre que podia procurava os ajudar, no caso, alertando sobre a presença de novos assassinos.

De pouco adiantou. A inteligência parecia ter abandonado a todos e na sede pela bebida eles entraram. Encontraram muitos assassinos deitados dormindo. Seria ideal para golpeá-los facilmente, se o barulho causado não acordasse todos eles.

Um novo combate se formou. Corpos de inimigos e heróis se acumularam no chão junto ao sangue. Mesmo feridos os heróis conseguiram derrotar a todos. Para a tristeza, depois de cessar o combate, perceberam que o grande quarto era composto por vários quartos encadeados. Uma pequena porta os separava de um novo quarto – e possivelmente haveria outra porta e outro quarto até chegar à fonte.

O que eles fizeram depois disso eu não sei, e sinceramente, considerando a quantia de sangue derramada, tenho medo de saber. Mas sei que se você continuar bebendo assim não terá forças para assistir à apresentação das dançarinas!

2 Blá blá blá!:

Kics disse...

Somos foda mais Burros acho.
:/

Ragnak disse...

GRRR!!! nao da nada matamos e pilhamos inimigos isso é o que interressa

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