quarta-feira, 13 de abril de 2011

RPG SESI Sanjo: A Batalha Arcana | Epílogo


A batalha Arcana ou “O desafio dos elementos”


Boa noite meus amigos, enquanto tomam suas bebidas, vou lhes contar...
mais um pouco da história daqueles heróis que ao investigarem a morte do rei, descobriram que os magos ilusionistas eram os principais suspeitos. Agora, com ajuda de outras escolas de magia, estão buscando reforços para acusar e punir os ilusionistas.
Pois bem, lembro-me que havia lhes contado sobre a masmorra mágica que os heróis estavam. Contei que passaram pelo desafio do fogo, no qual o Clérigo Ramza não sobreviveu e pelo desafio da água, que foi solucionado depois de muita dificuldade.
Quando a porta da sala da água abriu, todos perceberam que não havia caminho. Uma grande parede de pedra estava diante de seus olhos. Para completar, os heróis ouviam vozes do outro lado da parede. Brottor, com sua magia, conseguiu amolecer parte da parede, mas pouco tempo depois, após um grande ruído, a parte da parede afetada pela magia divina de Brottor não estava mais lá. Algo lhes dizia que as paredes se movimentavam.
As vozes e barulhos do outro lado aumentaram de intensidade. Talvez fosse indício de algum combate. Dado momento, a parede que estava impedindo a passagem dos aventureiros sumiu no chão. Devido a escuridão, Stor criou luz em uma pedra.
O palpite deles estavam certo: um combate havia se iniciado. Duas bestas que pareciam ser feita de barro e pedra contra 3 sujeitos: um com armadura e espada e os outros dois vestidos apenas com panos – embora um deles usasse apenas as mãos para atacar e o outro tivesse uma pantera como animal.
Ragnak, já decidindo de que lado estaria naquela batalha atacou furiosamente uma das bestas. Seu machado atravessou toda terra e pedra que havia no corpo da criatura, transformando-a em apenas um monte de entulho no chão.
A outra criatura deu mais trabalho. Fez que com que a trupe sofresse uma baixa: um elfo, hábil com o arco e flecha pereceu com os ataques rochosos da besta. Mas depois de um tempo fora derrotada. Houve ainda pequenas criaturas aladas no recinto, mas não ofereceram perigo e logo foram derrotadas. Ao analisar o corpo da última besta derrotada, viram que havia algumas ampulhetas em seu torso.  Perceberam que conforme a areia da ampulheta corria e a inclinação, as paredes da sala se movimentavam. Usando uma das ampulhetas os heróis conseguiram abrir a porta que dava acesso à próxima sala.
A sala que se seguia era sobre o AR. Um grande precipício estava diante dos olhos de todos, e um forte vento estava presente. Ao olhar atentamente, viram que o vento era canalizado em duas direções: de cima para baixo e de baixo para cima, se encontrando na altura do chão. Uma espécie de hélice podia ser vista no meio do precipício, no encontro das duas forças aéreas.


A força do encontro entre os ventos eram tão grande que esmagava tudo o que era arremessado para lá. O pequeno Shadow sentiu isso na pele e quase deixou a equipe ao saltar destemida e imprudentemente no fosso. Se não fosse Brotto e Urbannus ele estava morto.
Com algum esforço e depois de algum tempo, Jidoari conseguiu ter acesso ao artefato em forma de hélice. Era um artefato mágico que provavelmente controlaria os ventos, mas deveria ser operado de maneira correta. Todos trabalharam arduamente para entender aquele objeto, mas foi Brottor que resolveu o problema, liberando as magias de controla dos ventos.
Sendo assim, com o controle em mãos, conseguiram passar até o outro lado sendo sustentados pela força do vento que vinha debaixo e sem o vento oposto para esmagá-los.
Na outra sala, e a última que tive notícias até então, encontraram o que parecia um espelho. Todos podiam se ver na sala e era parecia ser toda espelhada, se  não fosse por um detalhe: diante deles, ao invés de encontrarem a porta por onde entraram, viam uma escada em espiral que levava para outro piso.
Na sala ainda havia, um suporte com alguns pergaminhos em branco e tinta para que pudessem escrever. Uma placa avisava que naquela sala tudo o que era escrito, dependendo de como era lido, aconteceria.
Ao tentar chegar até a escada, eles se encontravam com seus sósias. Perceberam que não era um espelho, e que as cópias deles mesmos estavam ali, fazendo exatamente os mesmos gestos que eles. Sendo assim, não poderiam chegar até a escada caminhando normalmente.
Em pouco tempo descobriram que para acontecer o que se escrevia a escrita deveria ser feita ao contrário, para que suas cópias pudessem ler normalmente. Shadow, ainda atordoado devido ao golpe que sofrera pelos ventos, logo tratou de pedir dinheiro e viu sua cópia se enriquecer.
O bardo que esteve aqui não soube me dizer quem foi, mas alguém teve a idéia de escrever ao contrário, para que as cópias e os heróis trocassem de lado na sala, de forma que pudessem ter acesso à escada. E assim aconteceu.
Nessa altura da história o bardo estava muito bêbado e não conseguia falar coisa com coisa. Peço desculpas para quem gostaria de ouvir o resto da história, mas prometo que assim que souber eu divido com todos que estiverem aqui da minha taverna!
Enquanto isso, aproveitem o show das dançarinas que vieram de Porthi. Foram recomendadas pelo Cisne, o velejador!

2 Blá blá blá!:

Kics rpg sesi sanjo disse...

Muito boa a história, gostei demais, pena que não aparece o nome de meu personagem.

Kics rpg sesi sanjo disse...

Professor já sabe mais ou medos o dia que vamos poder nos encontrar?

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