sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Nas fronteiras de Yel





















Primeira semana nas fronteiras de Yel

Baixas: 3
Objetivo: carnificina com os exércitos do deus serpente.
Meta semanal: neutralizar quatro generais
Status meta: 3/4

Olá,
Escrevo este informe para lhe confortar sobre nossa ação ao oeste de Valadar.
Teria lhe mandado apenas as três cabeças e o ouro, mas imagino que existam vermes da corte lhe envenenando contra mim, desaprovando minha praticidade e a escassez de protocolo que, como um marechal eu deveria me submeter a seguir. Mas como disse, escrevo para lhe confortar, minha bela rainha, e não para agradar expectativas.

Dia 1
Reuni especialistas em meu salão e os prometi riquezas e renome em troca de seus juramentos. O grupo possui assassinos, bárbaros e meu bruxo seguidor. Estão todos cumprindo o serviço com competência.
Reuni também alguns cavaleiros e arqueiros da guarda, restaram apenas os piores para a tarefa, mas não precisaríamos deles para nada além de fazer volume acima de paliçadas, dentro de trincheiras e fazendo patrulhas. Logo corpos inimigos iriam boiar como minha cortês mensagem. 
Após anoitecer, todos estavam organizados e preparados tanto quanto possível para inúteis deste nível. Ofereci a alma de um deles a Nerull, comi seus olhos e dei o resto aos cães. O meu grupo de elite me esperava na margem do rio logo adiante, no ponto 1 do mapa que desenhei.
Detalhamos nossas estratégias e táticas e fomos dar uma madrugada vermelha ao inimigo; Seus generais esperavam reforços e não tínhamos muito tempo antes que chegassem.

Dia 2
Seis homens, um homen-lagarto feiticeiro e eu adentramos na floresta da margem oposta, todos estão acostumados a agir a noite e não tivemos problemas em seguir com marcha acelerada. Um dos nossos tem grande conhecimento na mata, o que agilizou o nosso encontro com o inimigo, que se localiza no ponto 2 do mapa. Era um forte precário, porém bem defendido. Balthazar, um homem perspicaz, anunciou-me que traria a cabeça do general sem causar alarde. Cuspiu numa rocha e disse que voltaria antes que o mesmo tivesse secado. 
E assim aconteceu.

Dia 3
Todos seguimos para sudeste, onde o forte que se encontra no ponto 3 era maior e abrigava um contingente de 150 homens, um numero absurdo para enfrentarmos em 8. Perscrutamos por todos os lados da paliçada e não achamos uma brecha, então soube que deveríamos apelar para a bruxaria abissal de meu servo. Ele nos deixou do tamanho de gigantes, com a pele tão dura quanto pedra, e então conjurou espíritos do fogo para derrubarem os portões. Incentivei a fúria entre o restante e marchamos para matar. Meu seguidor é realmente poderoso, e devemos a vitória deste dia aos seus poderes; Ele é capaz de conjurar trovões e bolas de fogo, capazes de eliminar grandes aglomerações de inimigos, restou muito poucos para que pudéssemos nos divertir. O general era um.
Era.

Dia 4
Descobrimos que o contingente que se encontrava sob o comando da primeira cabeça havia se refugiado para o sudeste. Apenas prosseguimos ao próximo general. Ele se encontrava em campo aberto, no ponto 4, sem nenhum forte ou sequer se protegia em algum lugar vantajoso pelo terreno. Tinha poucos homens junto a ele, muito poucos, me lembro de ter contado onze. Os onze se foram rapidamente, fomos no ímpeto de guerreiros gloriosos e escorregamos em suas tripas. O general possuía uma armadura que descarregava eletricidade a cada golpe que desferíamos, seu escudo também, então Balthazar se mostrou valoroso por mais uma vez, ao prendê-lo em correntes e aguentar firme enquanto sua própria carne tremia. Eram oito contra apenas um, e ele pereceu para esmaga-coração, a marreta de um dos bárbaros de nome estranho, que urrou apaixonadamente o nome de sua tribo ao finalizar o trabalho.

Dia 5
Comemos da ração que levávamos, limpamos os ferimentos em um lago e continuamos a sudeste, até chegar no ponto 5. Coincidentemente a dificuldade ia aumentando, e desta vez não mudou. Mas agora não estávamos enfrentando humanos, orcs e gnolls, e sim homens serpente. Estávamos confiantes por ser a última cabeça, e não perderíamos tempo com cálculos e análises como havia sugerido Balthazar. Entramos em combate para nos surpreender com o poder do inimigo. Magia forte, aço forte, braços fortes, mentes fortes. Não consegui fazê-los temerem minha presença, e ainda me incomodo com isso. Este posto ja havia se noticiado sobre nós, e estavam preparados com armadilhas e formações inteligentes. Fomos forçados a recuar após uma manhã muito difícil.
Neste dia não houve presentes a Nerull.

Dia 6
Envergonhado, procurei reaver minha decisão de seguir em carga frenética e armei taticas com Balthazar. Passamos o dia todo espionando e eliminando patrulhas. Interrogamos um humano sulista que parecia ocupar alguma posição hierárquica maior e ele colaborou. Nos descreveu o local, onde estavam armadilhas, quem era o líder e como encontrá-lo, deu-nos também informações sobre o avanço dos exércitos vindos do sul, depois o matei com um soco no crânio usando minha manopla brutal. O contingente do primeiro forte havia se estabelecido aqui. No total, eram 190 humanoides, 72 homens-serpente e o líder. Era um ser de outro mundo, e neste dia não o fizemos retornar.
Nos espalhamos uniformemente ao redor das trincheiras inimigas e esperamos a madrugada, apenas nos alimentamos e esperamos.

Dia 7
Invadimos a fortificação no ponto 5 do mapa, à noite, mais parecia um labirinto cheio de serpentes gigantes com braços que seguravam espadas, machados, lanças e arcos. Causamos baixas significativas ao inimigo, mas dois dos nossos foram junto à eles. O general não estava lá.
Voltamos ao ponto 1 para nos reabastecer e reunir batedores. Os exércitos inimigos se aproximaram demais para que nos mantêssemos no ponto 5.

Este é o mapa com as marcações que consegui...





De seu servo na batalha e senhor na cama,

Kalahan Avangard

11 Blá blá blá!:

Igor disse...

o que acharam?

Kalahan disse...

Comentem.
É rápido...

E indolor...

Igor disse...

Pelo menos alguem me diga que o que foi escrito ta ruim pra cacete.... dai pelo menos eu paro de perder tempo, e paro de perder o temp de quem lê.

É pedir muito?

Paulo disse...

Ah para de chorar!
Mendigar comentário é horrível.
Não entendi nada com esse texto???

Igor disse...

Sim, é horrivel.

O Fino também não coloca nenhuma introdução da historia, ja joga o texto de qualquer jeito e tals...

tem um outro bloco do blog (bardos e goblins) que ganhou até post de inauguração e etc...

Pode parecer choramingos, mas pra mim não faz diferença. A infantilidade dos pedidos se deve a minha necessidade de saber se curtem ou não, pra não perder mais tempo com isso. Pq sinceramente acho que nem que escreve e nem quem lê (ou não) estão satisfeitos.

pequeno pedido, grande repercussão.

apenas ignore e espere o próximo, quem sabe o texto se auto-explique.

Dragões do sol Negro disse...

Opa e ai velho. Belesma? buábuábuá! hehehehe
Cara os textos que são responsáveis por eles são os próprios escritores.
Eu não crio introdução nem texto de inauguração, quem fez foi o Pedro que escreve o Bardos & Goblins. A minha única e exclusiva função em relação ao material do pessoal é conferir se ele pode ou não ir ao ar, se contem alguma ofensa pessoal a alguem ou alguma raça ou classe social, se ela ela qual for.
Mas mexer no texto isso faço não velho.

Dragões do sol Negro disse...

ps: Culpar os outros pelo seu insucesso ou seja lá como você vê a coisa não é legal...

Igor disse...

uhaaehuaeheuahua


tem razão =)
não é legal.


agora que parei pra notar que tbm não faço muitos comentários por ai...


Mas então, pra explicar pro pessoal que ta sem saber de nada e achando engraçado, vai ai um resumo do que é realmente esse quadro:

Relatórios periódicos enviados para a rainha por seu aliado (mais servo do que aliado hehe) Kalahan. Mas estes relatórios foram interceptados por um de seus inimigos na corte real de Yel.

Mais tarde esses relatórios foram encontrados por Argull, um bruxo, que então deseja revelar que existe uma possibilidade de aliança ao norte, uma aliança para fechar porrada com o deus cobra tanto mencionado nos posts desse blog.

Gum, O Terrível disse...

GUM mata!

Andresa disse...

"De seu servo na batalha e senhor na cama,

Kalahan Avangard"


Uiiii! =x

Dragões do sol Negro disse...

HAUAHUAHU

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