quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A hora do rato, Parte II

A hora do rato:


Parte II

“A guerra esta declarada, mas muito pior que um homem que começa uma guerra é aquele que tem força de vontade e está resoluto á termina-lá...”

Bulfae Lothar

Guardião da cidade de Zacron

Havia dois dias que ele estava naquele bordel, o cheiro de lascividade ainda preenchia o quarto, agora ele se perguntava como havia chegado ali.

Retirando o braço do seu peito ele nota que pertence a uma prostituta que dormia feliz e satisfeita ao seu lado, ao se levantar ele percebe que não esta na cama com uma, mas com 3 mulheres.

O rubor rapidamente toma suas faces e ele levanta “cobrindo suas vergonhas” enquanto as mulheres continuam dormindo com ar de satisfeitas, o homem procurava afoitamente suas vestes, quando as encontrou o desenho dela lhe saltou aos olhos.

Uma espada flamejante no meio de uma flor de lótus, o símbolo do deus da justiça, o deus da coragem, dos duelos e retribuição, o símbolo de Firagor, um deus que tinha entre seus seguidores um herói que ja tinha salvo o mundo Dorgon Marim'Ham e ali estava um clérigo desse deus que entre seus dogmas tinha escolhido castidade, acordando dentro de um bordel....

Mas como ele havia chegado até ali? Por mais que se esforçasse a memória não conseguia lembrar, então de um dos quartos do prostibulo ele escuta o barulho de um cântaro, derramando seu conteúdo, ele escuta a água corrente, que o faz lembrar da chuva.

Três dias antes...

Ele estava em serviço no templo, a duvida assolava sua mente, cada vez mais Firagor perdia fiéis, eles estavam mais inclinados ao prazer da carne e ao vicio do lótus púrpura que jogava o homem em um estado catatônico de sonos longínquos que em agirem corretamente.

Esse pensamento ainda o acompanhava quando um menino de não mais que nove anos adentrou o templo gritando por socorro e mesmo morando na “parte alta da cidade” onde o crime beirava a taxa de zero% devido a intolerância real e a proximidade das casas dos lordes que faziam parte da corte do rei Lothar, ainda assim era arriscado sair de noite.

“Mas o que eu estou pensando?” dizia a si mesmo o clérigo, esse menino precisa de ajuda e pelo sangue de Firagor, não envergonharei o meu deus...

Seria melhor a ele, Worthen de Lascktow que nunca tivesse vindo ao mundo ao invés de ter acompanhado aquele menino que entrou em seu templo, naquela noite, sua vida mudaria para sempre...

...Lá fora a chuva começara a cair e não dava indícios de parar tão cedo...

Aguardem continuamos dia 09/11/2010, Até lá!

0 Blá blá blá!:

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