domingo, 24 de outubro de 2010

aos Dragões do Sol Negro

Diego.


Lembro da primeira vez que vi o símbolo de um dragão negro envolto pelo sol, não sei se o meu temor veio daquela simples pintura sem rebuscados conceitos de heráldica ou pelo mesmo estar estampado no escudo de um Drow.

Tsunami Kobayashi era seu nome, destoava dos preconceitos, adquiridos ao longo de minha breve vida de aventuras, sobre o que devia ser um Drow. Hoje reflito se seu caráter advinha de sua própria personalidade, contrária a natureza Drow ou se a Casa dos Dragões teve influência na formação de seus princípios.

Mas o que é essa tal de “Casa dos Dragões do Sol Negro”?

Difícil responder, para cada um dos seus representantes cabe uma resposta.

Para Serafin nada mais é do que uma guilda, sem hierarquia definida, sem regras pré estabelecidas, valendo sempre o bom senso e o costumes estabelecidos por uma certa ordem de indivíduos corajosos.

O antigo Jalam considerava a “Casa” como uma escola, lá ele aprendeu diversas minúcias da “arte” e segredos do subterfúgio.

Maximus Conan Cavalera, guerreiro de ofício encarava a “Casa” como uma reunião caótica de aventureiros interessados em poder, e gostava disso, pena que nem seus valiosos espólios conseguiram salvar sua pele de uma morte indigna.

Brabon, esse eu não sei, acho que ele considera a casa só um lugar para tomar todas e arrumar briga, coisas que ele faz muito bem.

Enfim, sei que era pra falar do Blog, mas como considero o Blog uma extensão da mesa, fica impossível não relembrar dos personagens e de como nos iniciamos na “Casa”, mesmo porque se confunde com a minha iniciação no próprio universo RPGístico.

A taverna do Fino sempre foi mais que um simples local para jogarmos, em algumas noites nos reuníamos para jogar e o papo ficava tão bom que não dava tempo de jogar hehehe, e mesas com 12/13 jogadores onde o mestre nem abria a boca, os personagens se encontravam para botar o papo em dia e tomar uma cerva, e assim foram se construindo amizades e histórias épicas.

Hoje não tenho freqüentado mais a “Casa” para jogar, a incompatibilidades de horários não permite, sendo o Blog minha válvula de escape para matar saudades da boa “Casa”, mas saibam, ó honoráveis membros da Casa dos Dragões, que estou sempre pronto para sacar minha espada em nome de nossa longevidade como grupo e da manutenção do equilíbrio em Poldengram, por isso grito a plenos pulmões:

VIDA LONGA A CASA DOS DRAGÕES!!!


Diego.

3 Blá blá blá!:

Pati disse...

Vida longa à casa dos dragões!

Ederson disse...

Salve, Diego. Penso dessa forma também, o blog é uma extensão da mesa e qdo leio coisas de mesa em que nao participei fico bolado. Maneiro é participar de ambos.

Igor disse...

Pois tbm estou nessa hehe... Agora dependo do blog pra saber de tudo o que está rolando na mesa, mas como o Eder fala: maneiro é participar de ambos.

Poder e honra à nós e "aos que nos seguem"!!

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