terça-feira, 28 de setembro de 2010

A hora do rato, Parte III de I

Parte III de I


...A katar golpeia com a rapidez de uma cobra quase como se ela tivesse vontade própria, uma extensão do corpo do ladino...

Os olhos se arregalam, o gosto amargo de bile preenche sua boca, Icabot pressiona um botão e as duas laminas paralelas de sua Katar se abrem dentro do corpo, causando uma hemorragia interna gigantesca, seu peso em desequilíbrio somado ao seu golpe desequilibrado e ao gigantesco ferimento na região da cintura, fazem com que sua cabeça vá em direção ao peito, arqueando ainda mais seu corpo, por puro instinto, Icabot afasta uma das pernas e aproveitando o impulso do golpe que executou com maestria, faz com que ele jogue todo peso do corpo para trás na perna direita, começando um giro ele golpeia com a perna esquerda as costelas do já quase falecido adversário, fazendo com que essas costelas perfurem seus pulmões inundando os mesmos com sangue, terminando o giro e com sua katar novamente em sua mão tirada do ferimento com as três laminas abertas, Icabot passa a Katar da mão esquerda no pescoço de sua vitima, cortando a veia do pescoço e fazendo um jorro de sangue imenso no local.

Mais dois oponentes se aproximam, automaticamente ele movimenta as mãos e descreve um arco em volta de si, cruzando suas armas a frente do ombro, esses seres morrem como se tivessem sido cortados por uma única lamina sem nem ao menos terem tempo de revidar.

Um terceiro chega e Icabot escapa por pouco de sua espada, aproveitando o impulso do golpe, ele corta com as duas armas em paralelo o pescoço de um outro sujeito que cometeu o erro de achar que por se esquivar ele estaria mais vulnerável.

Não isso não aconteceu ele corta o pescoço dele, chuta o osso do quadril do outro atacante, fazendo com que esse se vire para ele totalmente desequilibrado, com um movimento rápido Icabot entra entre os braços de seu oponente, fazendo com que com um golpe de ombro ele afastasse a arma ainda mais de sua direção praticamente inutilizando o braço direito para um ataque, suas katares entram na altura dos braços em ângulo reto com as axilas.

Entram profundamente até cortarem tendões e ossos, as forças abandonam os membros superiores, o choque e o horror da morte iminente invadem a mente do homem, outro atacante ao ver o jorro de sangue treme dos pés a cabeça, largando sua espada e fugindo com o puro terror nos olhos.

Ele corre com a velocidade que seu corpo consegue embora essa velocidade seja muito diferente e bem mais lenta do que a que sua mente manda que ele corra para salvar sua vida, largando suas katares no inimigo, Icabot levanta a perna direita e chuta o peito do adversário praticamente morto, quando seu pé toca o peito do oponente, ele executa um giro para a direita e como se não pesasse nada, eleva seu corpo em paralelo com o sangue girando em sentido horário.

Ele fica de costas para seu oponente que começa a cair, mas se posiciona de frente para o que esta correndo, seu casaco infla com o vento do salto agora que ele começa a cair, mas mais rápido que a vista suas mãos treinadas em anos para buscar objetos rapidamente, buscam algo que parecem laminas de facas, em um numero de 6 laminas elas partem das mãos do ladino antes mesmo dele chegar a altura que deveria começar tocar o solo...

...Elas viajam muito rápido pelo ar...

...Uma acerta a panturrilha do guarda que corria, outra a junta do joelho por trás, uma acerta a cintura, uma se crava no meio das costas e outra um pouco acima dos ombros fazendo com que ele se virasse com os braços abertos e com o começo de um grito na garganta...

...Um grito que jamais chegará a ser emitido, pois a sexta e ultima adaga acerta perfeitamente o centro da garganta do homem e seu grito morre nos lábios, dando dois giros completos no ar antes de cair no chão espatifado e sem movimento algum com uma poça de liquido escuro saindo de seu corpo no chão dos esgotos de Brascol.

Icabot toca o chão com o pé esquerdo, gira o corpo e o atacante que ainda está caindo devido ao seu chute e aos ferimentos que sofreu o olha com seu ultimo relance de consciência, ele apenas vê duas mãos muito rápidas retirarem as katares do local aonde elas tinham se alojado, então as vê cruzadas a frente do homem, este homem da um passo lateral, sua mão direita esticasse e de repente os olhos que já tinham dificuldade para enxergar, passam então a ver o escuro do vazio e depois a dor cessa instantaneamente e para sempre...

...A cabeça cortada rola em direção aos que ainda estão de pé, eles tomam a decisão mais sensata que um homem quando sente sua vida em perigo deve tomar eles correm como se um demônio estivesse atrás deles e não estão muito longe disso, o líder desses homens tinha entrado aqui sorrindo e podem apostar que ele não era um covarde, não senhor, herói de guerra condecorado e por diversas vezes riu enquanto seus homens eram mortos....

E ai pessoal deem sua opinião! Tem mais  aguardem

2 Blá blá blá!:

Astreya disse...

Que intenso combate! Estou ansiosa pela continuação... parabéns, nobre Camus.

Marcos disse...

Bom Muito bom quero ver mais

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