segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Nasce um filho de Heroineus I

Nasce um filho de Heroineus

Penso que todos já ouviram falar do paladino Dragão que comanda os Cavaleiros Safarianos que vivem no Deserto Pó de estrela, suas incursões contra os povos felinos e sua total hegemonia sobre aquela região desde antes do surgimento do Deus Cobra.

Mas poucos sabem que o mesmo já foi humano, que seu destino de tornar-se um meio dragão já o perseguia antes mesmo de sua existência.

É complicado mencionar as vontades dos deuses, mas como sou protegido, e Mask me advertiu em um dos meus sonhos, que poderia declamar minha audácia ao contar esta história sem me preocupar, pois no devido momento todos estão preocupados em deter o deus único.

Sua história data desde a dominação dos elfos negros em pondengran, sim desde que acordaram o grande Ancião.

Na ocasião Forcas Shigamori era somente um camponês que fora ofertado ao templo de Pelor para os trabalhos braçais que seguiam-se à reconstrução dos templos na cidade Porthi .

Uma Deusa, quer dizer uma bela clériga do Deus Tempus , pagou seu tributo com o templo de Pelor, incognitamente, e descreveu que o mesmo deveria estar aos cuidados do templo de Heroineus na cidade de Porthi.

Ingressando aos cuidados dos cavaleiros de Heroineus, logo perceberam que algo de especial havia naquele nobre camponês. Sua força física logo seria bem empregada, como escudeiro de um paladino de Heroineus. Uma vez escudeiro, capaz e extremamente robusto, logo foi subindo na hierarquia do templo, onde paladinos cada vez mais renomados requisitavam seu trabalho. Diante de sua acessão rápida e seu poder de liderança sobre os outros escudeiros, os clérigos do templo perceberam que não era sua sina continuar como uma mera “bainha” e sim uma “espada”. Então pode ingressar no treinamento de cavaleiros, mas ainda de qualquer forma não poderia ingressar a ordem dos Paladinos de Heroineus, uma vez que nenhum clérigo havia recebido revelação alguma sobre aquele jovem guerreiro.

Finalmente reconhecendo sua condição humana, os nobres clérigos de Heroineus acreditaram que poderiam estar sendo testados, então arriscaram por à prova o nobre guerreiro.

1. Teste: A pureza. Adentrar ao templo de oração de heroineus, debruçar sua cabeça sobre o altar sagrado das intenções leais e boas.

2. Teste: A verdade. Passar no teste da verdade colocando a mão dentro das estátuas dos dragões prateado e cobre e responder a inquisição do dragão dourado.

3. Teste: O poder sobre o sobrenatural. Atravessar o cemitério das almas perdidas do templo

Todos os testes foram realizados com louvor, então logo foi aclamado paladino de Heroineus, e logo iniciou-se seu treinamento, de modo a prepará-lo para os 2 maiores testes de sua vida, obter sua vingadora sagrada e encarar sua alma gêmea negra. Na verdade os clérigos estavam desesperados por terem perdido tanto tempo, pois como manda a profecia, quando nasce um paladino, nasce no outro extremo do mundo um algoz, o qual obtém treinamento desde sua ante vida no inferno, e nasce com um único objetivo encontrar e exterminar o paladino em questão. Normalmente quando nasce uma força tão poderosa o universo tenta contrabalancear.

Após 5 anos de treinamento intensivo, soube-se da notícia de um dragão verde aterrorizando as planícies onde cresceu. Seria esta a grande força de balanço que os c.lérigos tanto falavam? Forcas rumou para onde fora seu lar e somente encontrou destruição. Qualquer requíscio de sua família havia sido devastado, onde abrigava uma bela plantação de trigo agora jazia um pântano, onde nenhum tipo de animal habitava. Adentrando ao pântano pode perceber que o solado de suas botas descascavam e o musgo a que elas se firmava, corroia as cordas com que amarrava as mesmas.

Logo percebeu que não poderia aplacar aquele mal sozinho, foi quando pediu auxílio ao seu grande amigo Moska, um conhecido engenheiro e alquimista com o qual havia passado várias aventuras juntos. O mesmo orientou-o que sem o devido equipamento não poderia nunca aplacar esta fera, então pela sua segurança, decidiu acompanhar Forcas nesta jornada. Os preparativos duraram cerca de uma semana e Moska trabalhava incansável . Já no primeiro dia mergulhou em uma substância salgada uma cota de malhas, um elmo, calças, botas, enfim todo equipamento que Forcas deveria utilizar na batalha. Forcas indagou se não deveria usar uma armadura pesada para absorver melhor os ataques da vil criatura, porém este logo o repreendeu, dizendo que o mesmo deveria ter seus movimentos rápidos naquela batalha. Os outros dias passou fabricando uma balestra.

No final do sétimo dia seu equipamento foi retirado daquela substância, estava viscoso, onde continha partes de metal, encontrava-se parcialmente corroído, enferrujado, porém Moska insistia que este era o equipamento adequado. No nobre Forcas agora vestia-se para a batalha, agora trajando tons de branco com nuances em cobre(pelas partes enferrujadas), seguiram até o pântano que já havia duplicado de proporção. O cheiro de morte rondava aquela antiga planície, somente podia ouvia o barulho engastado das duas carroças (uma com a balestra e outra vazia com algum suprimentos de viagem) que Moska carregava.

Moska logo armou a Balestra num ponto mais elevado, e orientou Forcas: “Não teremos chance se combatê-lo neste pântano, precisamos atraí-lo”. Forcas pensou, indagou, então Moska finalmente falou: “Mas eu tenho que pensar em tudo mesmo, faça o seguinte pegue estes frascos de fogo grego e ateie fogo no pântano, mas espere eu estar posicionado OK?”

Esta e uma das vantagens de se ter ao lado um gênio da engenharia, logo que adentrou ao pântano Forcas percebeu que suas vestimentas não mais se desfaziam em contato com o musgo, o que permitiu que o mesmo espalhasse uma quantidade abundante de fogo grego por sobre o pântano, Forcas percebia nuances extremamente rápidos circundando ele no raio de aproximadamente 9 pés, certamente era a fera estudando aquela presa desavisada que adentrara seus domínios.

Forcas retirou-se com cuidado do pântano, sentiu um frio na espinha maior do que o limo gelado que corria por suas pernas, seus dentes estavam cerrados e os músculos tensos e retezados como se fosse um arco esperando para desferir a flecha, então em súbito ateou fogo ao pântano...

Continua... Dia 12/08/2010

Conto escrito pelo Dr. Medunha

5 Blá blá blá!:

Paulo disse...

Bom Muito! Parabéns. Aguardo até o dia 12 então.

Eder disse...

Forcas... é, nome é nome, ahsuashua
Mas o cara está em boas mão, orientado por Moska o resultado é sempre positivo.

RPG Forever disse...

Interessante... Forcas é um bom nome. Melhor que Forbius, Adalanmark e outros que já tive que aturar em minha campanha...

medunha disse...

Se eu disse de onde eu tirei o nome dai realmente vcs vão achar engraçado. Isto eh o triste de às vezes colocar nomes ruins em personagens que realmente ficaram muito bons heheh,Joguei com esse personagem por muito tempo, acho q uns 3 anos, tanto que consegui a chegar lv 15 com ele hehe. Espero que a galera curta o conto ae!! Abraço!

Clayton disse...

mto bom, quero ler o resto do conto... medunha e seus nomes "super-comuns" de personagens... rsrsrs

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