quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Nasce o filho de Heroineus II, cumpre teu chamado.

Nasce o filho de Heroineus, cumpre teu chamado.

Algum tempo se passou e nada aconteceu, Forcas chegou a duvidar se o fogo atrairia a criatura vil para fora do pântano, pensou que pelo menos o fogo serviria de funeral aos seu entes queridos que ali pereceram.

Logo o demônio emergiu do pântano que agora mais parecia um mar de lava, voando em direção a Forcas e parou a alguns pés diante dele. A criatura não parecia intimidada pela presença de Forcas, na verdade assumiu um tom sombeteiro diante daquele pequenino humano que a desafiara, como quem dizia “quem seria tão estúpido de vir à minha casa”.

A criatura tentou acuar Forcas, aproximando, desferindo alguns golpes com suas garras, como se fosse um gatinho brincando com seu novelo. Mas ao contrário do que o dragão pensara Forcas estava preparado, e mediante o descaso da criatura com suas habilidades, este esquivou-se de suas garras desferiu um golpe certeiro por entre suas costelas.

Agora então a luta começara, finalmente o dragão percebeu que seria um oponente a altura, então desferiu um sopro ácido sobre Forcas, que embora protegido por sua vestimenta preparado por Moska, sentia suas maçãs do rosto pegando fogo pelo ácido que por ali passava e corroia sua pele. Ao invés de recuar, o mesmo projetou-se para o dragão e desferiu mais um golpe, este no início do pescoço da fera que a fez engasgar com o próprio veneno.

Chegara o momento certo, Moska neste instante desfere a Balestra que fere as asas da criatura. Desnorteado com o que acontecera o dragão tenta voltar-se para ver o que o havia atingido, um erro que lhe custaria a vida.

Neste momento tomado por um frenesi, Forcas desfere mais golpes na fera, já não tão ameaçadora, num júbilo de glória e vingança desfere um grito “Criatura das profundezas encare seu Algoz!!” Neste momento o mesmo deixa cair seu escudo, onde começa a empunhar sua espada com as duas mãos.

Ele se esquiva, e consegue acertar as glândulas de veneno da fera, a mesma gira, tentando acertá-lo com a cauda, mas na verdade o acerta com a parte de traz da balestra, sua força e descomunal, Forcas chega a ficar atordoado com o impacto mas esta oportunidade era tudo que ele precisava , ele apóia-se na balestre e consegue chegar ao dorso do dragão. Seu elmo é pesado ele joga seu elmo longe, para que possa respirar melhor, então consegue cravar sua espada no ponto onde seria a nuca do dragão. O dragão tenta removê-lo das costas mas cada movimento brusco que o dragão faz movimenta a balestra presa em suas duas asas e esta empurra a espada de Forcas cada vez mais profundamende. Neste momento forcas desembainha sua espada curta e finalmente decepa o temível dragão.

O Pântano no momento seguinte seca, deixando à mostra somente as ossadas daqueles cuja a vida o dragão tomou. Não obstante um tesouro quase que submerso no cemitério que havia se formado ali. Porém a Forcas pouco importava jóias e ouro, acorrentado na lembrança de seus entes queridos não cessava de mastigar a carne do dragão com sua espada curta.

Recompondo-se, lembrou que sua espada tinha se sido confiada pelo templo de Heroineus, como um símbolo de sua postura justa e honrada, então mergulhou dentro do lagarto imenso em busca de sua arma. Sentiu o cabo um pouco mais grosso, talvez se tratasse daquelas ilusões que temos na batalha, estava mais pesada, porém o mesmo estava esgotado após a carnificina, a espada não queria sair, como se estivesse esticado dentro das entranhas do Dragão.

Definitivamente aquela a qual retirara não era a mesma espada com a qual matou o dragão. Era estupendamente linda, bem balanceada mesmo tratando-se de um montante, um objeto de desejo certo, mas ainda assim não era a espada que o templo lhe dera. Crente que seria algo que outro aventureiro tivesse encravado nas entranhas da fera, arremessou-a de lado para continuar sua busca. Foi um erro quase fatal, pois como se fosse um bumerange, a mesma voltou com força e intensidade e cravou-lhe no peito. Uma voz então surgiu dentro de sua mente como se fosse o rufar de 1000 tambores:

- “COMO OUSAS ÍNFIMO MORTAL A RECUSAR UM PRESENTE DOS DEUSES????” Perplexo Forcas não sabia o que dizer, então ajoelhou-se e escutou: “ EU SOU A VINGADORA, FORJADA PELA ALMA DE 100 CRIANÇAS CEIFADAS E APRISIONADAS A ESTE DRAGÃO, FORJADA EM SUAS ENTRANHAS PELA SUA BILE ÁCIDA, PELO TORMENTO DE TODAS AS ALMAS, E POR ESTE METAL ORIUNDO DE SUA RAÇA INFERIOR, VIVA ME CONCEDENDO A JUSTIÇA E A VINGANÇA POR ESSAS ALMAS OU MORRA POR CASOMYR”.

Forcas somente inclinou sua cabeça cansada em sinal de concordância, e a mesma libertou-se de seu corpo cansado.

Seu corpo fora levado por Moska, e mesmo inconsiente sua mão não largava de sua espada dedicada. Permaneceu inconsciente por quase um mês, tempo suficiente para as pessoas daquela vila encontrarem novos heróis, com novos feitos...

E mais uma vez o nobre Forcas seguiu seu caminho, sozinho, de volta ao templo de heroineus em Porthi.

Não possuía habilidade alguma com aquela arma, era enorme, um montante, era demasiada lenta e pesada, apesar de ser o único capaz de empunhá-la. Seu nome foi clamado com louvor no templo. Diziam o clérigos que se tratava de uma espada mítica, perdida na terra quando os deuses ainda guerreavam por aqui. Mas quando indagava sobre como poderia aprender à usá-la, Josiel, o clérigo designado às confissões de Forcas, sempre respondia: “Quem um dia lhe favoreceu, outro dia novamente irá lhe prover”.

No decorrer dos próximos dois anos, sua estatura e força aumentavam descomunalmente. Chegaram a pensar que Moska tivesse usado um exilir proibido para lhe trazer a vida, outros porém acharam que fora amaldiçoado pelo dragão o qual matou, tais boatos foram descisivos para que Forcas decidisse deixar o Templo e buscar a justiça em outras cidades junto com Moska.

Em Exatos 5 anos após o acontecido, Forcas certamente estava mudado. Sua verdadeira forma era desconhecida por todos, sua presença incutia um medo avassalador a quem se aproximasse dele. Ouviram-se estórias sobre raios de luz vindo do céu clamando por ordem e justiça. Sim ele teria se transformado em um meio dragão dourado, assumido a forma de uma criatura amedrontadora tendo muito mais em comum com as criaturas que antigamente caçara do que com seus mentores no templo de Heroineus.

Sua arma agora era adequada ao seu tamanho, uma vez que era um exímio espadachim quando era humano, tornou-se um deus com sua Vingadora Sagrada empunhada. Tornou-se um símbolo da Justiça, da lealdade e da Vingança contra os opressores.

Não demoraria muito até uma trilha de morte seguir-se até ele.

Aventureiros ávidos por seus tesouro, encrenqueiros sedentos por honra, e sim o seu destino que os perseguia estava cada vez mais próximo.

Tomou para si companhias freqüentes como seu bom amigo Moska, a misteriosa Lady da sombras e o famoso Jalam da Bahia da Estrela.

Passou por várias aventuras até encontrar seu pior inimigo, sua dualidade, a balança que o universo sempre impõe aos paladinos.

Mas o fogo de nossa lamparina já está se extinguindo nobres amigos e esta é uma história para uma outra noite estrelada.

8 Blá blá blá!:

Dragões do sol Negro disse...

Maneiro é o Mos´ka colaborando!

Paulo disse...

Impressionante! Ficou com jeito de vai ter mais, espero.

Odin disse...

Realmente, parabéns pela história!

Diego disse...

Show de bola Medunha!!
Lembro desse char, se alguem jogasse de evil era melhor nem chegar perto hehehe.

Camus disse...

Me lembro do Forcas, eita era um char maneiro meduca, me lembro desse seu paladino em duvida entre Heroneus e o Deus Serpente.

E ele ainda comeu um rubi meu... mas melhor um rubi que ele descobrir quem eu era, mas eu curtia mais o "mais elfo dos elfos" aquele seu char era muito bom rs.

"Fair Fights are for suckers"

Abraço Meduca continua a historia ae.

Camus

O mais Elfo dos elfos disse...

Chuta a porta, entra num rolamento.
´´ Tremei orcs malditos, o GUERREIRO ELFO CHEGOU``
O único ladrão mago metido a guerreiro, beberrão e casado com uma ´´bela`` Banshee...
Um dia ainda escrevo algo sobre ele pra reafirmar o poderio élfico sobre vastas áreas de Poldengram...
Tempo bom, hehehe, era muito divertido msm.

Camus disse...

Escuta a porta batendo quando vê quem rola, bota a mão na carteira e um sorriso no rosto.

Meu amigo a quanto tempo não te vejo? ainda me lembro como se fosse ontem como a sua "pericia" e "conhecimento" nos guiaram pelas florestas de Pondengran.


realmente Meduca foram bons tempso mas melhores viram.

medunha disse...

Bom se a galera curtir eu vou escrever mais cronicas sobre esse meu paladino apelão, tais como ele se tornou meio dragao, como ele consegue ter zona da verdade ao redor dele, como funciona seu detect evil, e na verdade sobre as duas montarias que ele ja teve, o problema eh arranjar tempo pra escrever sobre td isso afinal sao uns 3 anos jogando com esse mesmo char no mínimo heheh

Postar um comentário

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Facebook Themes