sexta-feira, 23 de abril de 2010

Drake, 2/3

Oi pessoal hoje continuo a história do monge, cavaleio, Drake, espero que tenham gostado da primeira parte agora vamos com a segunda parte.

Drake, 2/3

Após as honrarias todos os convidados e eu participamos de uma comemoração em homenagem ao Rei Ricardo.

Conheci a jovem Donzela de nome Tatiana isso mesmo a mesma Tatiana Grinnelec seu pai havia se tornado conde e por isso tiveram de partir, Mais tarde descobri que seu pai havia se tornado conde entregando algumas bruxas para o papado e em troca recebido o titulo, mas isso foi depois bem depois, bem onde eu estava. Há sim, na comemoração depois de muita conversa descobri que Tatiana estava para se casar com um nobre Julios um grego muito rico, mas ainda assim consegui roubar-lhe um beijo e tive a melhor semana da minha vida. Vencido minha licença deveria voltar ao meu destacamento na Inglaterra, parti mais uma vez deixando o meu coração.

Chegando na Inglaterra as tropas tinha partido para Alexandria, mas todo meu destacamento de cavaleiros ou oque haviam restado, deles oito de nós para sermos mais exatos, haviam partido para Saint Ângelo a pedido dos monges. Senti o coração nas mãos o que poderia estar acontecendo aos monges, poderia enfim rever minha família, mas sentia que algo além estava acontecendo.

Parti o mais rápido que pude, quando cheguei visitei minha família em primeiro lugar, meu pai havia falecido no ultimo verão mamãe não saia mais da cama e bem meus irmão haviam partido há meses, deixando minha pequena irmã sozinha. Bem sem querer me alongar mais deixei algum dinheiro com minha irmã o bastante para um ano, pois eu havia juntado muito dinheiro como cavaleiro. Como eu juntei muito dinheiro simples como cavaleiro nós matamos, roubamos, saqueamos enfim fizemos com os mouros ou Bárbaros como preferíamos dizer, tudo aquilo que temíamos que eles fizessem com nossas vilas e o mais engraçado e tudo isso em nome de Deus. Eu havia ganho um título de Sir, uma medalha, uma espada, armadura brilhante e tudo pelo que, por matar pessoas para a igreja, sem distinção, de sexo, ou idade, ainda vejo os olhos das ultimas crianças chorando enquanto suas casas pegavam fogo em meus sonhos agora seus olhos são os meus. Espere estou em devaneios de novo, “Hram, sabeis que não posso mais chorar e isso não importa mais”, Voltando à história; assim o mosteiro corri para o mosteiro já na entrada senti o cheiro de sangue seco aquele que sentimos quando estamos num mata douro de gado mesmo quando não tem sangue, foi justamente isso que encontrei ao entrar no mosteiro um matadouro de gado, corpos por toda parte, de cavaleiros, sem suas entranhas, de monges sem seus olhos, faziam agora parte da decoração, andei pelo mosteiro seguindo os corpos e algumas moedas de ouro, o sangue me levou para até uma abastia embaixo da terra o sangue ainda escorria das paredes, a luz fraca produzida pelas tochas, não iluminavam muita coisa, cheguei até uma porta no final do corredor de escadas parecia mais um calabouço, senti um frio percorrer minha espinha saquei minha espada e abri a porta pela fechadura deixando minha mão encharcada pelo sangue que havia na fechadura dentro a luz da minha tocha iluminou um dos monges que; Estava de costas para mim sobre o corpo de Sir Thannus d’ Angelo, Quando reconheci, o corpo volumoso do Frei Maurice, só havia visto esse frei uma vez numa de nossas rezas à meia noite, foi quando ele virou-se rapidamente, meu Deus eu estava no inferno e Frei Mauricie era o senhor das trevas, seu rosto estava todo ensangüentado e de sua boca brilhavam duas presas brancas, isto tirou minha atenção que só voltou quando senti o aço frio em meu abdômen, maldição o frei usou a espada de Angelo para me acertar senti o gosto de sangue em minha boca, uma energia percorreu meu corpo, desferi um golpe com minha espada no Frei Mauricie libertando-o para a vida eterna sua cabeça voou para longe de seu corpo já sem vida que tombava inerte. Corri para ver se Angelo ainda estava vivo ele, estava deitado sobre um monte de moedas de ouro, sem um pedaço de suas entranhas. Meus olhos estavam enuviados minha boca começou a secar o ferimento que o Frei havia me causado era muito profundo eu estava morrendo.

Aguardem o final dia 30/04, será que ele morrerá ou algo acontecerá? não perca!

0 Blá blá blá!:

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