sexta-feira, 26 de março de 2010

Roldanas & Engrenagens

Mielodero merece desse humilde bardo um poema; se é que vocês me permitem chama-lo disso.


Roldanas
&
Engrenagens

Tudo se encaixa, roda, roda, roda,

não muda, mas movimenta-se falso
gira cada um com seu próprio giro
impulsiona afeta o giro alheio as coisas
atrapalha incomoda e gira
gira alheio a outra, gira sem saber da outra
impulsionada por outra, gira
gira afetando incomodando girando girando
sempre gira mudando destinos e curso,
num mesmo curso
numa mesma frequência gira gira gira
sempre girando girando
um dente com ouro gira impulsiona
e nada muda até que falta um dente
atrapalha todo o giro
então tudo muda o giro falho
sem dente gira mais lento gira
o dente já não faz mais falta pois agora
é um giro defeituoso que comanda
a saudade do dente que falta logo é suprida
pelo giro que agora se torna independente
do dente como se ele nunca tivesse existido
gira, a falta do dente é crucial para o funcionamento
gira independente
só gira sem nunca saber que falta um dente
a falta do dente determina a frequência
e gira gira gira

Quer saber mais sobre Mielodero? Clique aqui!

2 Blá blá blá!:

Adonis disse...

MORAL MEDUCA!!! huahuahuahua!!! Fino viado, kd a historia do meu guerreiro elfo?

Anônimo disse...

Vendi! E viado é verde!

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