quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Um amigo estranho ou Inicio do fim 7


Baltazar achou que eles estavam demorando e foi ao encontro deles, entrou pelo caminho que já conhecia, sabia que alguma coisa não estava certa.


Encontrou os amigos junto a uma passagem secreta, adentrou ao local mas não sem antes garantir que a passagem estava segura.

Quando seus olhos se acostumaram a pouca iluminação ele se encantou sabia, essa era a sala sagrada, que já ouvira em lendas onde os deuses esconderam armas épicas só ouvidas em lendas ou histórias de crianças.

Ele não podia acreditar o que seus olhos estavam vendo era a lenda de quando os drows foram expulsos da superfície só não foram dizimados pois os heróis Miahle, Galamion, Xanaphian e Laioth Näilo, detiveram a deusa elfica enquanto os drows fugiram para o subsolo.

E mais uma vez ele colocou o elfo no trono de ébano e mais uma vez o medo tomou conta do elfo e ele fugiu.

Assim Baltazar não conseguiu pegar oque sabia ser importante e que poderia mudar a sua vida e de todos ao seu redor, precisava achar outra saída.

Mas convencido pelos seus amigos decidiu continuar, sabia que retornaria ali mas agora não era a hora, não assim, não despreparado. Então seguiu até onde o elfo indicou ser a prisão de um ser muito poderoso, talvez fosse essa sua chance talvez não, mas os deuses decidiriam, então com cuidado abriu a fechadura e do fundo da sela fria e escura pode vislumbrar a aberração da natureza um demônio aprisionado.

Após alguns segundo e de atacar o demônio percebeu que talvez esse fosse um amigo no estranho, mas não poderia escolher os seus amigos agora não era hora e qualquer inimigo de quem habita essas profundezas seria seu amigo. Então juntou-se a eles mais um numero nessa equação.

Caminharam mais alguns metros sobre a parca luz das tochas e encontraram mais uma sala coberta de armadilhas o pobre elfo pressentiu o perigo e se adiantou para ajudá-los mas, já ela tarde e caiu perante uma armadilha. Seria seu fim mas Baltazar prontamente o ajudou.

A sala era diferente das outras, era um quarto e estava limpo, com móveis e uma cama, após um olhar cuidadoso, Baltazar encontrou várias armadilhas e uma a uma as colocou as desarmou, resguardando assim a vida dos seus amigos.

Então como chacais, loucos por carniça remexeram em todas as coisas saqueando e pilhando os pertences, pois sabia essa seria a vingança contra Wildebrahan, pois eles sabia esse era a casa do maldito assassino. Que num descuido de Draël o acertou com uma flecha em suas costas matando-o, assim acreditava o maldito. Mas era só um embuste de do guerreiro.

Smirnoff achou o terrível atirador e também acreditando que o amigo estivesse morto correu em sua direção machado em punho, mas o assassino já esperava com uma flecha pronta para atacá-lo, ele percentil a morte e por um segundo pode ver que Krepes corria ao seu lado para ajudar a destruir o algoz de Draël. Não daria tempo ele viu a morte seu amigo poderia até matar, mas para ele era o fim com um simples movimento ele estaria morto, cerrou os dentes talvez conseguisse dar um ultimo golpe antes de entrar na terra dos mortos.

Era um bom dia e os deuses olhavam por ele, a corda do arco arrebentou deixando apenas um pedaço de pau na não do ágil assassino, que com um movimento de pernas rápido deu uma cambalhota para trás e sumiu na escuridão dos corredores da caverna, Smirnoff sorriu, esse combate ele havia vencido.

Enguanto isso no quarto foi achado um armário cheio de poções, e uma espada muito estranha a lendária Sangradeira, assim como mais 6 adagas de arremesso, e a Espalha exercito, escondida em baixo da cama.


0 Blá blá blá!:

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