terça-feira, 24 de maio de 2016

Cidade: Vila Monte


Nome: Vila Monte

::Tamanho: 10 quilômetros quadrados

::Limite de ouro: 50.000

::População e seu limite de itens por level: 500 habitantes / 8 itens

::Chefe da guarda: Ballial (antigo Garyl, mas após matar o Demônio Ballial no coração da ponta central da estrela, ele devorou seu coração e se intitulou com o nome do Demônio)

::Nº Guardas em tempo integral: 60 (eles nao precisam de muitos, a propria população mantem a ordem por suas proprias mãos)

::Predios importantes: Centro da cidade (marcando o pentágono do centro da "estrela"), Casa da Lei (lar do Regente e local de julgamentos e alguns ritos de tradições como o ritual de aceitação da criança como homem)

::Leis da cidade: Caça solo ou acompanhado pelos cidadães só com permissão por decreto do regente ou do chefe da guarda, qualquer tentativa de roubo de cultura e punido por morte de Águia de sangue, qualquer conhecimento que queira aprender da cultura deve-se pagar um bom preço (e se descobrirem que esta transmitindo-as para terceiros, você sera caçado e terar uma morte agoniante e a pessoa pra quem você falou também, e a linha segue ate que mais nenhum saiba da informação)

::Tendência e sist. de governo: Leal Neutro (obedecem religiosamente a ordem da cultura local) / Governo democrático (abeto apenas para nativos de sangue puro ou meio sangue)

::Governantes: Bhulgan Bigode de sangue (toda sua barba e cabelo ou estao grisalios ou estão em um tom fraco de vermelho, mas seu bigode emana uma cor escarlate forte e viva)

::Oposição ao governo se existir: gigantes e Trolls da montanha costumam fazer assaltos (ou no caso dos gigantes, arremessarem pedras do alto da montanha mirando na cidade), na tentativa de matar os seus predadores que buscam partes de seus corpos ou itens para venda ou usos diversificados e exóticos.


Cidade B2
Enviada por Daniel Sobrinho (Limegolas)

Gostou? Quer participar?
Confira no link as regras e mande a sua Cidade:
http://www.dragoesdosolnegro.com/p/cidades-lugares.html

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Cidade: BRIRRIN'DUR, A Torre na Montanha.


BRIRRIN'DUR, A Torre na Montanha.
::Tamanho
 Aos portões, no topo da grande cordilheira, seguindo por uma estrada de escadarias naturais, abriga uma Gigantesca torre forte de 50 m circular de largura 25 m altura, que parece sair das entranhas da montanha com 150 metros de profundidade. Recheada com galerias, corredores, escadarias, elevadores.

::Limite de ouro
 Brirrin'Dur não possui ouro, não possui joias, mas possui Bronze. Em quantidade de a moeda não valer nada e as armas serem fundidas ao Bronze, armaduras ao Bronze.. Convertendo daria 400 mil em ouro. Uma cidade que resistiu culturalmente e por eras desde a época do bronze.

::População e seu limite de itens por level
 Apenas uma vasta família de 14000 mil anões governam a Torre da Montanha. Todo progenitor tem o direito de portar e armar-se, entretanto as relíquias são dados apenas aos de mais alta casta e proximidade com o Governante.

::Chefe da guarda
 Thor'Ne, filho regende de Thro'N, paladino de seu deus. É não só o chefe da guarda local, como o líder de todo o poderio Bélico e Religioso.

::Nº Guardas em tempo integral
 A cidade não há guardas, a Lei é única e severa de um Governante que lidera com Manopla de Bronze!

::Predios importantes
 Brirrin'Dur possuir apenas um prédio importante, a própria torre, não há salas do trono, nem estabelecimentos para Guarda, não contratam milicia e possuem portas fechadas a forasteiros de outra raça. Mas, vastas terras férteis montanhas abaixo possuem vassalos, onde o comércio e sua entrada é livre e próspero.

Os vassalos nomeiam Brirrin'Dur, A Torre na Montanha, como a morada dos descendentes direto dos antigos deuses.  

::Leis da cidade
 Lei da Manopla de Bronze! Onde o cume da espada não cortante, aleija por semanas, mas não mata.

Debilitar-se, sendo o único que é fonte do sustento de seus entes mais próximos, faz com que os confrontos sejam evitados e o poder fique nas mãos dos que possuem mais descendentes para tal e aos mais fortes que possam sair ilesos.

 Mas nenhum filho de Dur, fala insultos que não possa comprovar com a força de suas armas. E nem leva desaforo ou insinuações goela abaixo.

::Tendência e sist. de governo
 O Governo é brutal e o Governante será substituído quando o regente tiver poder e coragem para destituí-lo, matando-o em combate. Um Governo utópico, de comuna, todos trabalham para todos. Os padeiros fazem o pão para todos, os ferreiros forjam armas para todos, e cada oficio se encaixa em sua importância. O resto é hobby e muito apreciado, já que viver em uma Torre, possuiria de seu tédio.

::Governantes
 Thro'N, o ultimo descendente mais próximo de Dur vivo.
 Thor'Ne, o ultimo descendente mais próximo de Dur depois de seu pai.
 Gal'Faz, irmão gêmeo de Thor'Ne e mais novo, segundo na sucessão. Decidiu partir do reino para poder retornar como concelheiro. Se Thor'Ne é um paladino justo, Gal'Faz é um "Algoz" confiável. Assim, um irmão é O Protetor e o outro, o Vingador.

::Oposição ao governo se existir
 Houve a 300 anos, quando o irmão de Thro'N tentou matá-lo em combate. Mas até que seu filho, Thor'Ne, crie coragem para tal, se passarão mais alguns anos sem oposição ao Governo.

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 A-5 BRIRRIN'DUR, A Torre na Montanha.
Cidade enviada por Thay

Se você gostou e quer nos enviar a sua cidade, confira as regras aqui:
http://www.dragoesdosolnegro.com/p/cidades-lugares.html

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Lágrimas de Rhannor - O Exército Negro



 Olá aventureiros! Venho trazer para vocês, esse excelente material para amantes de literatura Medieval Fantasy.

Lagrimas de Rhannor - O Exército Negro, é um livro que esta sendo lançado por capítulos, escrito por: Daniel S. Lima, que conta a história de Etnias e seu grupo de aventureiros, que deve cumprir a missão dada por sua mãe, a Rainha Meron, que os ordena ir e investigar a reclusa Vila de Argo, onde acontecimentos misteriosos estão ocorrendo.

Alem do livro, também existe um suplemento do prologo, um capitulo a parte com o nome de: 'A Demanda do Rei'. Este capitulo trás partes extras da história já contada e segundo o autor ajuda a entender melhor os acontecimentos da crônica.

  • Para ter acesso ao livro, basta clicar nesse Link.
  • Para ter acesso ao capítulo de suplemento 'A Demanda do Rei', basta clicar nesse Link.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Raskunin - Nova Raça do Mundo de Nonsen




Bom, com o retorno do projeto de Nonsen, a campanha e os testes que faremos ao vivo além das ameaças a minha vida e revelações sobre a vida sexual da minha mãe quando digo que Nonsen não vai continuar, vamos colocar mais algum material para vocês entenderem o que raios a gente esta falando quando assistirem ao jogo!

Então, com vocês, nova raça do mundo de Nonsen:


Os Raskunins
(Nhé eu sei que essa raça é assim porque o Rogério não sabe desenhar...)

 Isso é uma raça ou preguiça de desenhar o personagem?

- A justa pergunta do mestre ao saber que um jogador quer ser um Raskunin em Forgotten Realms - 

Os raskunins são um povo esquisito vindo do plano de Rascunhus: o caderno de rascunho de seres vivos esquecido da deusa Vida. Para conhecer detalhes sobre este plano de existência, clique aqui: MODELO CRIATURA RASCUNHO

Origem: Quando o mundo estava sendo criado, Vida, a deusa da vida usou seu caderno de rascunho para desenhar o esboço das primeiras criaturas (vide o modelo criatura Rascunho). Em um determinado momento, um Conjurador chamado Lelé usou o ritual para invocar e controlar um exército de Criaturas-Rascunhos para um final de semana em Normália do Sul. Quando o ritual terminou, convocou alguns monstros mas também um povo de seres-rascunhos que mais tarde descobriu ser o rascunho da humanidade!

No fim do Fim de Semana, na noite de Domingo, os aventureiros conseguiram erradicar a ameaça-rascunho e mataram Lelé. O povo-rascunho estava deslocado de sua dimensão e, infelizmente, Lelé era o único que conhecia o ritual para leva-los de volta. O povo então se estabeleceu no Continente, criando algumas pequenas comunidades longe das cidades que aderem ao Caos de Fim de Semana.

Aparência: Raskunins são, basicamente, bonecos de palito, como se fossem desenhados em papel. Possuem uma cabeça que, embora tenha um contorno, pode-se olhar através dela dependendo do indivíduo. Possuem também um corpinho fino, dois braços e duas pernas igualmente finas. Alguns possuem adereços como cabelo ou uma cabeça quadrada ou ainda toda preta, mas no geral, seguem o padrão de bonequinho desenhado. Podem ou não possuir mãos e pés visíveis, mas podem vestir ou manusear objetos como qualquer ser humano mesmo não as tendo.

Detalhes curiosos: A espessura do seu corpo varia entre 1~2 CM e ela é igual em todo ele. Não importa a posição no qual você olhe para um raskunin, ele sempre parece estar virado de frente para o observador.

A cor é geral em todo o corpo, mas pode haver aqueles de cores mistas.

Personalidade: Raskunins são o protótipo da humanidade mas cujas expressões faciais são um mistério para os demais povos. Na verdade, eles não possuem nem rosto! Se comunicam com balõezinhos de texto parecido com aqueles de histórias em quadrinhos que permanecem lá enquanto o raskunin desejar. Se quiser estes balõezinhos podem representar símbolos, desenhos ou emoticons.
A parte dessa peculiaridade raskunins não diferem em comportamento de um humano, se acha o melhor e o pior neles.

Religião: Raskunins cultuam qualquer deus menos Vida, por ter se esquecido deles.

Tendência: A ser humano.

Terra dos Raskunins: Raskunins vivem em qualquer lugar onde um humano poderia viver.
Relações: idem humano.

Linguagem: Raskunin falam a variação rascunho do comum que é igual ao comum mas com texto e emoticons.

Traços Raciais dos Raskunins

- Segundo o sistema genérico de medidas de Nonsen, um Raskunin tem tamanho Médio.

- Deslocamento de 9m

- Bônus de +4 em teste de esconder-se e andar em silêncio por serem finos e leves.

- Resistência a crítico de 50%. Os Raskunins tem uma anatomia difícil de discernir, embora ainda se pode ter uma ideia sobre onde ficam alguns órgãos vitais. Este efeito não é cumulativo com efeitos de armadura da fortificação.

- Comunicação por balões de texto: Esta capacidade tem as seguintes características.

1 – Seres impossibilitados de ler não podem ler os balões.

2 – Os balões podem ser destruídos, mas apenas somem. Não causam danos ao Raskunin.

3 – Podem conjurar magias sem componente verbal, não sendo afetado por efeitos como silêncio.

4 – Tentativas de interromper magias recebem bônus de +2 nos ataques e não pode ser feito teste de concentração para evitar ataques de oportunidade.

5 – O tamanho máximo dos balões é igual à altura do raskunin em altura e largura. Assim como os próprios Raskunin, só é possível vê-los de frente.

6 – Pode ser usado sinais gráficos, como ponto de interrogação, etc.

- Nenhuma vantagem por estar flanqueado: um Raskunin esta sempre de “frente” para quem olha para ele, como não se sabe ao certo o que é frente e trás nele, então nenhum bônus nas jogadas de ataque é dada enquanto ele esta flanqueado.


- Finos: Podem passar por aberturas muito finas que possa comportar a altura e largura do seu corpo. Eles não podem por exemplo se “enrolar” e passar pelo buraco da fechadura, mas pode passar por debaixo de uma porta.


BY VOCÊS SABEM QUEM....


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Covil do Mestre pobre

Covil do Mestre pobre é uma mesa de TormentaRpg que acontece às 22h todas quintas-feiras no canal do Limegolas (twitch.tv/limegolas). A cronica, conta a historia do continente 'Cylay', onde um grande mau despertou, junto de um grupo secreto que busca promover o equilíbrio no mundo, os aventureiros lutam para impedir esse mau enquanto procuram por respostas sobre seus passados.Venha participar conosco nas transmissões AO VIVO e torcer pelos Heróis (ou vilões), junto da nossa comunidade de seguidores! 

1ª Temporada

1º episódio:

2º episódio:

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Therai "O impecável" - Bruxo - Background

O cheiro de queimado ainda preenche as minhas narinas, sinto-os cada manhã que acordo, a cada noite que durmo a cada dia que eu vivo. Diferente do que se pode pensar em vista de minha aparencia, esse cheiro não é causado por minha pessoa, é o cheiro de minha lembrança, cada vez que eu fecho meus olhos uma imagem consome minha mente.
Com a força do calor de uma casa queimada, minha casa, queimada pela ignorancia, pela estupidez, pelo medo que tinham de mim, pela covardia que ardia tal qual ferro em brasa nos corações putridos dos clérigos corrompidos de Pelor. O calor dessa lembrança queima em minha mente, toda vez que fecho meus olhos lembro de você gentilmente em pé com nosso filho nos braços, você que me deu alento, me deu carinho, me deu esperança, você que viu além da forma de meu corpo e amou minha alma, uma pessoa que acima de todas as outras, deveriam apontar e dizer: "vejam ela não teme o diferente, devemos seguir seu exemplo", ao invés disso é apontada como bruxa e queimada em uma fogueira, uma fogueira feita de lenha de nossa casa.
Hipocritas! Eles se dizem defensores da moral e dos bons costumes e queimam crianças e mulheres em fogueiras?
Ainda tem a petulancia e a arrogancia de chamarem as tribos de seu proprio sangue que se negam a fazer isso de barbaros. Mas não culpo somente aqueles que queiram minha casa, aqules que queriam as minhas coisas por esse incidente, culpo Zephyros, meu primeiro amigo humano, que vendeu minha familia como adeptos de bruxarias e deuses negros, tudo porque ele te amava...

Me lembro de estar sendo segurado pelos braços, espancado, ajoelhado e impotente quando botaram fogo em nossa casa...

Me lembro de você em pé, com nosso meninos nos braços: "Eu não gritarei meu amor, não darei essa satisfação a eles... volte a ser "O Impecável" novamente meu amor, e não deixe a pessoa que você se tornou sair de sua mente". Foram suas ultimas palavras enquanto me olhava nos olhos cercadas pelas chamas e quando elas te alcançaram você se foi, da maneira que disse que iria... sem dar um único grito de dor, nunca soube porque nosso filho não gritou...

Minha mente enlouqueceu no momento em que te vi ir desse mundo e mergulhado na loucura encontrei novamente a razão enquanto esperava meu "Justo Julgamento", algo acordou dentro de minha mente, algo antigo e eu que era considerado por meu mestre na juventude "um inútil" capaz apenas de fazer pequenos truques, despertei meu potencial.

Lembro-me do horror que os inquisitores sentiram quando me viram levantar de minha cela, guardo na memória a cara de cada um deles, a cada clérigo corrupto que eu encontrar, vou torturar e matar meu amor lhe juro isso, eles queimaram queimaram no fogo antes de encontrarem seus deuses. Rogo a Kord o seu deus minha bela, que tenha entrado nos céus e que esteja se divertindo matando dragões, pois o caminho que seguirei, jamais me permitirá voltar a vê-lá.

Bruxo eles disseram, então bruxo eu serei, até o momento que colocar cada maldito animal que me custou minha felicidade no ar na forma de cinzas, só então eu descansarei.

Olievos, aquele clérigo de Pelor que iria batizar nossa criança andou comigo por um tempo, antes de se estabelecer em uma vila menor, enquanto eu caçava alguns daqueles animais, ainda sorrio quando lembro das palavras dele:

"Parece que você não reza mais Therai", ele me falou, não é verdade Olievos, rezo todo dia para que eu esteja errado para que exista um inferno e para que todo aquele que se declarar meu inimigo e se puser em meu caminho, queime eter namente nele.

Therai se levantou do tumulo de sua esposa, ele ainda estava machucado, colocando uma flor conhecida como copo de leite, a flor favorita dela em cima da lápide ele partiu, em busca daqueles que o trairam, daqueles que um dia ele confiou, o sol brilhava, era um bom dia para se vingar e ele andaria pelo mundo, até ter o poder suficiente, para fazer isso, aqueles que o viram no tumulo de sua esposa não entenderam o que ele falava, pois ele falava em sua propria lingua, "demonio, saia da cidade, deixe esse tumulo em paz", gritavam eles. Therai se virou e se cercou de chamas, os aldeões correram de medo, mas ele não matou ninguem, se aquelas pessoas tinham alguma culpa, essa era unica e exclusivamente de serem burros e ignorantes demais, as vezes no entanto, isso pode ser uma benção.

Ele continuou seu caminho, para nunca mais ver o tumulo de sua esposa e filho, em sua jornada para caçar aqueles que haviam tirado dele, tudo que ele amava, isso não seria bonito de se ver, mas ele não se importava, essa foi o último pedido dela e Therai faria de tudo para atende-la, só assim a vida teria ainda algum sentido.


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Wildak Fletcher Background


Wildak Fletcher perdeu sua família muito cedo e não se lembra de nenhum deles, porém foi encontrado e adotado pelo anão Belmorn Fletcher, que ja possuía uma filha, Kriskahn Fletcher. Belmorn, armeiro antigo da cidade baixa em Porthi , cuidou dele quando novo e o ensinou tudo que sabia. Porém, Wildak nunca se viu vivendo pacatamente em uma cidade, por ter uma ânsia de conhecer o mundo , assim que atingiu a idade foi ao porto , onde se inscrevia para os mais diversos trabalhos com navegação, no geral expedições , onde aprendeu a arte do combate e conheceu diversos lugares fora do continente. Apesar de guardar parte do que recebia, boa parte dos seus ganhos eram gastos com coisas mundanas , como na taverna mais próxima dos lugares em que visitava.

Após anos vivendo assim, um dia ao chegar novamente em Porthi quando foi para a humilde residencia dos Fletcher, onde a parte da frente era uma armaria e aos fundos os cômodos onde viviam, encontrou Belmorn estirado no chão. Sem saber a causa da morte, e julgando que Belmorn era muito novo (para um anão) para morrer de velhice, apesar da falta de vestígios se convenceu que alguém o tinha assassinado. Nesse momento ele parou de trabalhar com expedições marítimas, e decidiu que ia encontrar o culpado. Passou a tocar a armaria do seu falecido pai com Kriskahn enquanto procurava por pistas que pudessem levar ao assassino.

Para ver Fletcher e suas aventuras acesse no Youtube:
Cronicas de Poldengran RPG 3.5 https://www.youtube.com/user/casadosdragoes 

Ou Ao vivo as quartas feiras as 22h:

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Thorgreen Ironshield - Clerigo - Background

Thorgreen Ironshield, Leal e Bom, 130 anos, Anão da Colina, Clerigo de Moradin (Pai do Martelo).

Meu nome é Thorgreen, sou um Ironshield de Frostforge, sou filho de Rhór que é filho de Bhór que é filho de Rhughár. Nasci e fui criado como um verdadeiro anão mas ao contrário do resto de meu clã eu tinha um contato superior com as vontades do Pai do Martelo.
Ainda jovem aos meus 40 anos de idade fui guiado por uma estranha voz as profundezas de Frostforge onde encontrei Dhór, meu tataravô que também era um sacerdote de Moradin, em seu leito de morte ele me confiou seu amuleto sagrado e disse que daquele momento em diante seria minha obrigação defender a justiça e a bondade para com todos, pois assim era o desejo de Moradin.
Assim com a ajuda de Moradin eu cruzo os reinos lutando por aqueles que não podem lutar por suas próprias forças, assim como o martelo golpeia a bigorna eu vou lutar contra mal, forjando um mundo melhor.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Neriskahn Crowley Background


Em um pequeno vilarejo ,chamado Velen , havia um povo muito simples, não tinha lutadores nem mestres em magia.

Em maior parte camponeses e lenhadores.

O povo dali prosperava sobre o manto de seu novo Rei.

Em um certo dia, um grupo de mercenários atacou Valem matando homens, mulheres e crianças.
Durante o ataque o sol se tornou negro e uma mancha escura pairou sobre o vilarejo,
uma criança chamada Neriskahn estava brincando com mais 3 crianças um pouco distante de suas casas,

Quando eles escutam os gritos de desespero dos moradores eles correram, uma sombra escura e densa desceu do céu e encobriu o pequeno Neriskahn, embora ninguém pudesse ver alem da nevoa negra
de dentro dela estava tudo tão nítido como um dia ensolarado,
de repente o pequeno garoto viu seus pais serem mortos na sua frente por um dos mercenários,
o garoto não aguentou e desmaiou vendo sua mãe gritar pelo seu nome.

Quando acordou o pequeno garoto já não estava em sua vila, e ao seu lado estava uma entidade sombria com um sorriso macabro, o pequeno garoto já tinha ouvido rumores desse ser,

-Olidammara, disse o garoto.

-Sim, tome um presente e vingue sua família.

E o ser desapareceu deixando no menino uma marca escura em seu peito com formato de Adagas.

O garoto logo percebeu que seu destino estava ligado ao ser sombrio, e logo em seguida um homem apareceu em sua frente quase que instantaneamente,
e disse ao garoto.

-Vamos pequeno Neriskahn, estamos atrasado para o seu treinamento.

Passando vários anos em treinamento o pequeno garoto se torna um homem astuto, rápido e bastante ágil,um conhecedor das artes da sombras.

Ele sai em busca dos assassinos de seus pais, demora algum tempo mas ele encontra o homem que viu matar sua mãe e seu pai.

Então, ele vai ao encontro do mercenário e em momentos de desespero o assassino revela que foi o Rei que mandou eles atacarem o vilarejo.

Então Neriskahn segue em direção a cidade porto de Porthi e viram recruta do exercito do Rei, com planos de subir de patente e conseguir ficar mais perto do Rei onde ele pretende por vingança receber o titulo de O REGICIDA.
By: Hanks

Para ver Crowley e suas aventuras acesse no Youtube:
Cronicas de Poldengran RPG 3.5 https://www.youtube.com/user/casadosdragoes 

Ou Ao vivo nas quartas feiras as 22h:


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Rim Chang'e - A Monge - BackGround


Rim sempre foi uma criança ativa, compassiva e Leal às pessoas que ama, porém sempre teve dificuldade em controlar sua raiva, era como se tivesse um Dragão escarlate em seu coração, mas sempre depois de brigar com as crianças de sua vizinhança, se arrependia de tal briga infantil (a maturidade desde cedo a rondava), e ia na casa de cada colega se desculpar e pedir por perdão. Quando tinha 12 anos, sua mãe, May, falecera pela peste violeta. Seu pai Ling, teve seu coração dilacerado pela partida prematura de seu único amor, momento que abalou o coração não só do núcleo familiar, mas também de todos membros da Vila, May era uma pessoa muito querida, sempre ajudou com seu conhecimento herbal quem precisava, tudo tirado de sua horta, e sem cobrar nada, talvez seja de May que Rim herdou a compaixão. Tudo mudou com a chegada de um amigo de infância de Ling, o senhor Suhy, que chegará exasperado, havido em proporcionar ajuda a Jim, um amigo que era como irmão, após horas de conversa lembrando dos velhos tempos, seu amigo fala de sua vida atual, e em um ato missionário fala um pouco de sua devoção para com a Trindade do Verbo (uma religião nova naquelas terras), pede a permissão de Jim para fazer uma prece de consolo ao verbo-carne, Jim permite, no final, Jim e Rim, Pai e filha, dois corações angustiados, estavam abraçados chorando e comovidos pelas palavras de Suhy, vendo que sua prece havia tocado aqueles corações, ele fala mais de sua religião, fala sobre seu mosteiro e de como a vida simples pode ser libertadora, logo em seguida convida para se juntarem a sua ordem de monges. -"sim!"- Jim e Rim respondem em uma perfeita e harmoniosa sincronia. 

A vida no mosteiro é realmente agradável, a comunidade sempre unida, todos cuidando um dos outros como uma família que se ama, mas claro, Rim sempre tendo seu problema de controle de raiva. Ela se sente ligada aos dogmas, todo aquele ambiente à fascina, a faz estudar, praticar, meditar e tentar se alto controlar, afinal ninguém é perfeito. 
Os anos passam enquanto Rim segue o caminho da compaixão, suas habilidades físicas se tornam assustadoramente evoluídas, ela é a melhor dominadora de arte marcial dentro de sua geração na ordem, nada de "dom", apenas trabalho duro e foco. Embora Rim não tenha conhecimento herbal, ela sente a necessidade de ajudar as pessoas assim como sua mãe fizera, mas com a sua maneira, maneira essa que, claro...., envolve seus punhos calejados. Após concluir seu treinamento e se tornar Mestre, Rim inicia um ritual comum a muitos dos devotos da Trindade do Verbo, ela parte ao mundo, vivendo do que o Logos lhe der e espalhando bondade e compaixão pelas terras.

Daniel "Limegolas"

By: Phoenix Ghost

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